segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

- Há 51 anos: Escaramuças em comício da FNLA/MPLA em Aldeia Viçosa!

Movimentos de libertação de Angola no comício de Aldeia Viçosa, a 26 de Janeiro de 1975. Há 51 anos!
As Forças Armadas Portuguesas asseguraram o transporte dos apoiantes
da FNLA e do MPLA para o comício de Aldeia Viçosa de há 51 anos



O dia 26 de Janeiro de 1975, um domingo de há precisamente 51 anos, foi tempo, em Aldeia Viçosa, da abertura oficial de uma delegação da FNLA e, por acréscimo, este movimento e o MPLA quiseram fazer um comício conjunto.
A «coisa», porém, deu para o torto.
«Não conseguiram entendimento, o que deu origem a intervenção das NT, em situação apaziguadora, que se conseguiu», narra o livro «História da Unidade», fazendo memória desse tempo.
Os movimentos emancipalistas, na verdade, procuravam desenvolver «actividades de politização» do povo angolano e, pelas áreas de Aldeia Viçosa e Vista Alegre (respectivamente, as dos aqartelamentos da 2ª. CCAV. e 3ª. CCAV. 8423 dos Cavaleiros do Norte), a influência dividia-se, o que, sublinha o mesmo livro, «tem dado aso a situações da atrito».

domingo, 25 de janeiro de 2026

A morte do 1º. cabo Jorge Vicente, atirador da CCS do BCAV. 8423!

 

O 1º. cabo Jorge Vicente



O 1º. cabo Jorge Luís Domingues Vicente foi Cavaleiro do Norte do PELREC da CCS do BCAV. 8423 e faleceu, de doença coronária, a 25 de Janeiro de 1997.
Há precisamente 29 anos!
Atirador de Cavalaria de especialidade militar, jornadeou pelo Quitexe e pela cidade de Carmona (no BC12) e foi um companheiro de armas sempre disponível, disciplinado e colaborante. E entusiasmado animador dos primeiros encontros anuais dos Cavaleiros do Norte - em 1995 e 1996.
Regressou a Portugal no dia 8 de Setembro de 1975 e fixou residência em Vila Moreira, no município de Alcanena, de onde era (é) natural. E onde nasceu a 18 de Janeiro de 1952.
A 8 de Junho, participaram no encontro de Tomar, da CCS, a viúva Maria Alice, a filha Vânia e o neto Gustavo - que quiseram pessoalmente conhecer os companheiros do seu marido, pai e avô na sua (e nossa) jornada africana do norte de Angola. Repetiram a participação em 2025 e em Ferreira do Zêzere.
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Hoje evocamos o companheiro Jorge Vicente, dele fazendo memória e recordando-o com saudade. RIP!!!

sábado, 24 de janeiro de 2026

O furriel Abel Mourato faria 74 anos. Faleceu en 2020!

O furriel Abel Mourato


O furriel miliciano Abel Maria Ribeiro Mourato festejaria 74 anos a 24 de Janeiro de 2025. Hoje mesmo.
Infelizmente, faleceu a 2 de Junho de 2020!
Há quase 6 anos!
Cavaleiro do Norte da 2ª. CCAV. 8423, a de Aldeia Viçosa, foi vagomestre de especialidade militar e também jornadeou pela cidade de Carmona, tendo regressado a Portugal e a Portalegre (a cidade de nascimento e residência, ao tempo) no dia 10 de Setembro de 1975.
Fez carreira profissional na função pública - como funcionário da Autoridade Tributária (as Finanças) - e, já aposentado, morava em Vila Viçosa.
Há 6 anos, queixou-se de dores na cervical e de várias artroses, o que o fez entrar em ciclo depressivo. A 27 de Maio de 2020, já em internamento hospitalar, foram-lhe diagnosticados problemas de tensão alta, dificuldades de oxigenação e uma embolia pulmonar.
Casado em segundas núpcias com Manuela, era pai de Marta, então de 19 anos. E de Nuno Miguel, de 42 e filho do seu primeiro casamento.
O Mourato foi um bom companheiro da jornada africana que nos levou ao Uíge de Angola, que hoje recordamos, com emoção e saudade! RIP!!!

Casimiro de Zalala festeja 74 anos na Póvoa do Lanhoso !

 


Casimiro Martins

 

O soldado Casimiro da Silva Martins foi Cavaleiro do Norte da 1ª. CCAV. 8423, a da Fazenda de Zalala, e comemora 74anos a 24 de Janeiro de 2026. Hoje mesmo e na Póvoa do Lanhoso!
Atirador de Cavalaria de especialidade militar, por terras do norte angolano do Uíge foi também responsável pelo depósito de géneros da subunidade comandada pelo capitão miliciano Davide Castro Dias e, depois, também passou pelos aquartelamentos de Vista Alegre/Ponte do Dange, Songo e Carmona.
Regressou a Portugal no dia 9 de Setembro de 1975, fixando-se na sua natal terra de Sobradelo da Goma, no município de Póvoa do Lanhoso. Agora já aposentado, lá continua a viver e é participante de sempre dos encontros dpos «zalalas».
Para lá e para ele vai o nosso abraço de parabéns!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

O 1º. cabo Albino Ferreira, da CCS e 1ª. CCAV. 8423, faleceu há 9 anos !

 

Albino Ferreira



O 1º. cabo Albino dos Anjos Ferreira foi atirador de Cavalaria do BCAV. 9423 e faleceu há 9 anos, a 23 de Janeiro de 2017.
Cavaleiro do Norte do PELREC da CCS, foi transferido para a 1ª. CCAV., a de Zalala, em Setembro de 1974, sendo sempre um companheiro a nossa jornada angolana do Uíge - com passagem também por Vista Alegre/Ponte do Dange, Songo e Carmona
Regressou a Portugal no dia 9 de Setembro, à sua natal casa da freguesia do Cardal, município de Ferreira do Zêzere, onde nasceu a 28 de Novembro de 1952. Mudou-se para a Grande Lisboa e trabalhou nas áreas da construção civil e do ramo automóvel. 
Morador em Almargem do Bispo, foi vítima de doença grave, falecendo há 9 anos.
Hoje e aqui o recordamos com saudade! RIP!!!

O Costa foi clarim de Zalala e festeja 74 anos em Leiria

Mário Costa

O soldado clarim Mário Ventura de Sousa Costa, da 1ª. CCAV. 8423, a da mítica Fazenda Maria João, a de Zalala, festeja 74 anos a 23 de Janeiro de 2026. 
Hoje mesmo e em Leiria.
Cavaleiro do Norte desta subunidade do BCAV. 8423, a do capitão miliciano Davide Castro Dias, também passou por Vista Alegre/Ponte do Dange, Songo e Carmona - no decorrer dos seus (e nossos) 15 meses de jornada africana por terras uíjanas do norte de Angola.
Regressou a Portugal no dia 9 de Setembro de 1975 e a Vale de Figueira, em Sintra. Sabemos que mora em Maceira Liz, nos arredores de Leiria, para onde, e para ele, vai o nosso abraço de parabéns!

A morte de José António Gomes que foi condutor da CCS!

 

José António S. Gomes


O soldado condutor José António de  Sousa Gomes foi Cavaleiro do Norte da CCS do BCAV. 8423 e faleceu hoje, dia 23 de Janeiro de 2026, na sequência de um AVC.
Aos 73 anos!
Natural de Gueifães, na Maia, lá nasceu  27 de Abril de 1952 e foi um bom companheiro de sempre. 
Assentou praça em Elvas e partiu para Angola a 29 de Maio de 1974, tendo jornadeado pela vila do Quitexe e pela cidade de Carmona - aqui, no BC12 -, servindo no pelotão do Parque-Auto, comandado pelo alferes miliciano António Albano Cruz. Regressou a Portugal do no dia 8 de Setembro de 1975, fixando-se na sua natal terra de Gueifães, na Maia.
Deixa viúva Joaquina de Jesus Ribeiro Gomes, que com ele muitas vezes partilhou os encontros anuais da CCS do BCAV. 8423. A ela,  mandamos o nosso abraço solidário e amigo,
O funeral está marcado para as 12 horas de amanhã, sábado e dia 24 de Janeiro de 2026, com cerimónias na Igreja Paroquial de Nogueira e sepultamento no cemitério de Gueifães.
RIP!!!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

- Há 51anos: Comando do Sector do Uíge (CSU) reunido no BCAV. 8423 e no Quitexe!

Notícia do «Diário de Lisboa» de 22 de Janeiro
de 1975 e sobre a situação política em Angola
Coronel António
Bastos Carreiras


O Comandante do Sector do Uíge (CSU) era o coronel tirocinado António Bastos Carreiras e esteve no Quitexe a 22 de Janeiro de 1975.
Há 51 anos e acompanhado de oficiais do seu Estado Maior, presidiu à reunião de comandantes das várias unidades do Sector e a então próxima rotação dos Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423 foi, seguramente, um dos temas do encontro, anfitrionado pelo comandante Almeida e Brito, do BCAV. 8423.
A guarnição quitexana, por esse tempo, cumpria serviços de ordem e praticava desporto, principalmente futebol e no âmbito da acção psicológica. E fazia contas para a data do regresso a Portugal - que só viria a acontecer em Setembro, embora as expectativas fossem outras, para datas bem mais próximas.
Agostinho Neto

Mais negros em Portugal e 
mais brancos em Angola !

O dia foi também tempo de Agostinho Neto, o presidente do MPLA, ser recebido na Associação Portuguesa de Escritores, em Lisboa, afirmando, na altura, acreditar que «depois da independência, haverá mais negros em Portugal e mais brancos em Angola».
«Vejo o começo duma nova situação em que, de facto, a liberdade se poderá materializar em cada um dos países nisso interessados, nas ex-colónias e em Portugal propriamente dito. Porém, não nos esqueçamos que teremos de bater firmemente a reacção e que só depois de a batermos firmemente poderemos aspirar a uma liberdade total. É, pois, necessário que os povos de Angola e Portugal se unam, porque unidos haveremos de trilhar o caminho da liberdade, obstando a que se reinstale o neocolonialismo. Um recuo em Portugal, será um recuo para Angola e um recuo em Angola, será um recuo para Portugal», disse Agostinho Neto.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

- Há 51 anos: O BCAV. 8423 num espectáculo cultural no pavilhão do Clube Recreativo do Uíge!

O pavilhão do Clube Recreativo do Uige (CRU) em Carmona

O pavilhão do Clube Recreativo do Uíge (CRU), em Carmona, foi palco, a 21 de Janeiro de 1975, de um espectáculo cultural e recreativo promovido pelo MFA/Angola.

E já lá vão 51 anos!
A iniciativa decorreu no âmbito das actividades de acção psicológica e foi destinado aos militares de todas as unidades e sub-unidades do Comando do Sector do Uíge.
Um dos participantes mais activos foi o então capitão miliciano José Paulo Fernandes, comandante da 3ª. Companhia 
O capitão José P. Fernandes
do BCAV. - ao tempo já aquartelada no Quitexe, com a CCS. Tocava viola, muito bem, e cantava, e formou um grupo musical que entusiasmou, literalmente, toda a assistência militar e, muito em particular, a comunidade civil que assistia também ao espectáculo.
O pavilhão do Clube Recreativo do Uíge foi, mais tarde, palco de outras histórias da CCS do BCAV.- 8423, neste caso desportivas - ora de basquetebol, ora de futebol de 5 (o actual futsal).
É o 1º. cabo Rodolfo Tomás quem nos recordou que, no basquetebol, «a grande estrela foi o Silva», que era soldado rádio-montador da CCS.
«Não me recordo já de pormenores, mas está bem viva a memória de grandes espectáculos de basquetebol. E nem admira, pois o Silva, nesse tempo, jogava no Vilar de Andorinho», recorda o 1º. cabo Rodolfo Tomás, acrescentando que «a dada altura, o pavilhão, em peso, gritava «CCS, CCS, CCS...», com outro slogan: «Somos os melhores, vamos ganhar isto!».
A CCS terá ganho esse torneio, mas ninguém agora tem essa certeza. «Nem o Silva se lembra...», anotou o odolfo Tomás. Não admira: já lá vão 51 anos e a memória vai «fugindo»!

O alferes miliciano Mário Sousa foi oficial de Zalala e faleceu há 5 anos!

 

O 1º. cabo Jorge Silva e o
alferes Mário Sousa (1974)
Alferes M. Sousa
em 2020

O alferes miliciano Mário Jorge de Sousa Correia de Sousa foi Cavaleiro do Norte da 1ª. CCAV. 8423, a da mítica Fazenda Maria João, a de Zalala, e faleceu a 21 de Janeiro de 2021, no Hospital de S. João, no Porto e vítima de doença.
Há 5 anos!
Oficial de Operações Especiais (Rangers), faria 75 anos a 8 de Julho próximo e era filho do tenente-coronel Correia de Sousa. Comandou do 1º. Grupo de Combate da 1ª. CCAV. 8423, com os furriéis milicianos Baldy Pereira, Évora Soares e Victor Costa.
Já casado e pai, a esposa acompanhou-o na sua jornada africana do Uíge angolano: por Zalala, primeiro, depois por por Vista Alegre e Ponte do Dange e pelo Songo, antes da chegada à cidade de Carmona e às instalações do Comando do Sector do Uíge (CSU).
Anos mais tarde e segundo informação do (furriel) João Dias, esteve radicado no Principado de Andorra, onde empresariou na área dos veículos motorizados e onde programou vir ao encontro de 2020 - que a COVID 19 «anulou», nas circunstâncias que todos lembramos.
Hoje o recordamos com muita saudade. RIP!!!

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Ezequiel foi 1º. cabo do PELREC e festeja 74 anos em Almada!

Ezequiel Maria Silvestre
em 1974 e por Angola
 o davam sinal de vida.



O 1º. cabo Ezequiel Maria Silvestre foi Cavaleiro do Norte da CCS do BCAV. 8423 e festeja 74 anos a 20 de Janeiro de 2026. 
Hoje mesmo.
Combatente do PELREC e tendo Reconhecimento e Informação como especialidade militar, por lá foi atirador de Cavalaria,tendo regressado a Portugal e ao (seu) Laranjeiro, em Almada, no dia 8 de Setembro de 1975, no final da sua (e nossa) comissão militar por terras uíjanos do norte de Angola.
Trabalhou na área da construção civil e, já aposentado e mais dedicado à família, vai fazendo «uns biscates» para para matar o tempo e mora na Sobreda, em Almada, para onde segue o nosso abraço de parabéns!

O Orlando (Almeida) de Zalala faria 74 anos! Faleceu em 2022!

 

Orlando M. Almeida



O soldado Orlando Marques de Oliveira foi Cavaleiro do Norte da 1ª. CCAV. 8423, a de Zalala, e hoje faria 74 anos. Infelizmente, faleceu a 18 de Junho de 2022, vítima de doença hepática, em Almeida.
Condutor de especialidade militar, também passou por Vista Alegre/Ponte do Dange, Songo e Carmona e por lá foi popularizado como Almeida, por desta cidade portuguesa ser natural. Foi «internacional» da equipa de futebol da subunidade comandada pelo capitão miliciano Castro Dias e regressou a Portugal no dia 9 de Setembro de 1975.
Profissionalmente, fez vida como agente da PSP, em esquadras de Lisboa, e, já aposentado, regressou à sua terra natal. Faleceu aos 69 anos e hoje o recordamos cpm saudade!

Os 74 anos do 1º. cabo António Manuel Couchinho de Zalala!

 O 1

A Fazenda de Zalala


O 1º. cabo António Manuel Couchinho foi Cavaleiro do Norte da 1ª. CCAV. 8423, a da Fazenda de Zalala, e festeja 74 anos a 20 de Janeiro de 2026. Hoje mesmo.
Atirador de Cavalaria de especialidade militar, também passou por Vista Alegre/Ponte do Dange, pelo Songo e cidade de Carmona.
Regressou a Portugal no dia 9 de Setembro de 1975 e a Idanha-a-Nova, de onde é natural. Profissionalmente, trabalhou nos Bombeiros Sapadores de Lisboa e mora(rá) no Casal de S. Braz, na zona metropolitana a capital portuguesa.
Já aposentado, divide-se entre a sua residência e os seus chãos de origem natal.
Para lá e para ele vai o nosso abraço de parabéns!


segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

O furriel Fernandes faria 74 anos em Braga! Faleceu em Dezembro de 2025!


Os furriéis Fernandes e
Viegas no Quitexe (1975)

O furriel miliciano António da Costa Fernandes foi Cavaleiro do Norte da 3ª. CCAV. 8423 e hoje faria 74 anos.
Infelizmente, faleceu de doença e a 5 de Dezembro de 2025, em Braga.
Atirador de Cavalaria de especialidade militar, especializou-se na Escola Prática de Cavalaria, em Santarém, e jornadeou pelo chão africano de Angola do norte, primeiro na Fazenda Santa Isabel (onde a 3ª. CCAV. 8423 chegou a14 de Junho de 1974), depois na vila do Quitexe (a partir de 10 de Dezembro desse mesmo ano) e mais tarde em Carmona - neste caso, entre 5 de Junho e 4 de Agosto de 1975. 
Neste mesmo dia, integrou a epopeica coluna militar que, desde Carmona, percorreu 570 quilómetros até o Campo Militar do Grafanil, nos arredores de Luanda, e demorou nada mais nada menos que 58,45 horas.
O furriel Fernandes regressou a Portugal e a Lomar, em Braga, a sua terra natal, no dia 11 de Setembro de 1975, no final da sua comissão militar. Fez carreira profissional como professore já estava aposentado.
Hoje o recordamos com saudade. RIP!!!

O 1º. cabo Damião Viana, da CCS, faria 74 anos. Faleceu a 21/02/2021!


O 1º. cabo Damião Viana


O 1º. cabo Damião Augusto das Neves Viana foi escriturário da CCS e faria 74 anos a 19 de Janeiro de 2026. Hoje mesmo! Faleceu na madrugada de 21 de Fevereiro de 2021, após doença prolongada.
Cavaleiro do Norte do BCAV. 8423, o 1º. cabo Viana jornadeou pelos chãos do norte angolano e pelas terras uíjanas da vila do Quitexe e da cidade de Carmona. Regressou a Portugal e a Valbom, a sua terra natal da freguesia do município de Gondomar, a 8 de Setembro de 1975..
O Damião Viana foi companheiro muito discreto e sóbrio, sempre sereno e prestável, tendo desempenhado as suas funções militares com eficiência e zelo. Já em Portugal, fez carreira profissional na área da ourivesaria e residia em Fânzeres, também de Gondomar.
Mal suspeitávamos da doença que lhe minava o corpo, doença oncológica e já prolongada no tempo, que o foi fragilizando - até à madrugada de 21 de Fevereiro seguinte, quando estava internado no Hospital de Santo António, no Porto.
Deixou viúva Fernanda Grilo (Nina) e os filhos Ana Sofia e Luís Miguel Viana, a quem mandamos o nosso abraço solidário. RIP!!!

O 1º. cabo Dias, da CCAÇ. 4145, festeja 75 nos na Amadora

O 1º. cabo A. Dias
 

O 1º. cabo António Fernandes Dias foi combatente da CCAÇ. 4145, a de Vista Alegre e Ponte do Dange, e festeja 75 anos a 19 de Janeiro de 2026.
Hoje mesmo!
Condutor auto-rodas de especialidade militar, integrou a subunidade comandada pelo capitão miliciano Raúl Corte Real e chegou a Vista Alegre a 1 de Abril de 1973 - onde acabou por ser participar na Operação Turbilhão, como companhia de intervenção, a única do Sector do Uíge. Saiu de Vista Alegre a 20/21 de Novembro de 1974, quando rodou para Luanda, para regressar a Portugal.
Reside na cidade da Amadora, para onde vai o nosso abraço de
 parabéns!

domingo, 18 de janeiro de 2026

- Há 51 anos: Os efeitos da Cimeira do Alvor na guarnição do BCAV. 8423!

Cavaleiros do Norte da 1ª. CCAV. 8423, a da Fazenda Santa Isabel, todos furriéis: Antóno Flora,
Agostinho Belo, António da Costa 
Fernandes (que amanhã faria 70 anos) e Alcides Ricardo

Avenida do Quitexe. À direita, a entrada para a parada do
BCAV. 8423 e a Bandeira Portuguesa na porta do edifício
do Comando. A seguir, a secretaria da CCS, a casa dos 
furriéis e as messes de oficiais e de sargentos

Os efeitos do Acordo do Alvor de há 51 anos não tiveram, afinal, grande repercussão na guarnição quitexana dos Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423, para além dos quadros graduados - que estavam minimamente informados mas também, valha a verdade, relativamente muito pouco preocupados.
Apenas os praças, quiçá menos esclarecidos, procuravam saber do que se teria passado, discutido e decidido no Algarve.
Sobrava, é verdade, a expectativa sobre o nosso regresso a Portugal, mas isso era «questão» que medrava desde a nossa chegada a Luanda - a 30 de Maio de 1974. 
Pouco já nos apoquentava.
A vida quotidiana não teve quaisquer alterações. Continuaram os serviços de ordem, as patrulhas da Estrada do Café e as escoltas habituais e, lê-se livro «História da Unidade», «começou a ser murmurada uma nova remodelação do dispositivo, na qual o BCAV. iria sediar-se em Carmona, dado que o BC12, que desde 1961 guarnecera a capital dos Distrito do Uíge, iria ser extinto».
Como se sabe, a CCS para do BCAV. 8423 lá rodou no dia 2 de Março de 1975, transferida do Quitexe.
Comandante Almeida e Brito e capitão José
Paulo Falcão em 1995 (ambos já falecidos),
no encontro de Águeda

Comandante Almeida
e Brito em Carmona !


O comandante Carlos Almeida e Brito esteve em Carmona no dia 18 de Janeiro de 1975, para mais reunião no Comando do Sector do Uíge (CSU).
Há 51 anos!
Oficial de Cavalaria e então com a patente de tenente-coronel, liderava o BCAV. 8423 e foi acompanhado pelo capitão José Paulo Falcão, oficial adjunto e de operações dos Cavaleiros do Norte e esteve na capital da província em função, de acordo como livro «História da Unidade», da «necessidade de estabelecimento de contactos operacionais».
Já lá vão 51 anos, o tempo voou... e, sabemos hoje (não sabíamos na altura), que já se preparava a rotação dos Cavaleiros do Norte para Carmona e para o BC12.
- NOTA: Os dois oficiais já faleceram: Carlos Almeida e Brito, com a patente de general e a 20 de Junho de 2003, no decorrer de um passeio turístico a Espanha. O capitão José Paulo Falcão, então tenente-coronel, a 9 de Dezembro de 2019, de doença e em Coimbra, cidade onde residia. O furriel António da Costa Fernandes faleceu, de doença e em Braga, a 5 de De Dezembro de 2025.
- RIP!! RIP!!! RIP!!!





sábado, 17 de janeiro de 2026

Os 74 anos do 1º. cabo Alfredo Coelho, o Buraquinho!

O 1º. cabo Coelho (Buraquinho)



O 1º. cabo Alfredo Rodrigo Ferreira Coelho foi especialista de análise e depuração de águas do BCAV. 8423 e festeja 74 anos a 17 de Janeiro de 2026.
Hoje mesmo e em Custóias!
Cavaleiro do Norte da CCS, por lá e até aos dias de hoje popularizado como Buraquinho, não se perguntasse alguma vez pelo 1º. cabo Coelho, que ninguém sabe(ria). Perguntássemos pelo Buraquinho e... estava tudo dito, em termos de identidade popular e entre os Cavaleiros do Norte.
Ainda hoje, e por bons motivos, é figura ímpar dos encontros anuais dos Cavaleiros do Norte da CCS, depois de ter regressado a Portugal no dia 11 de Setembro de 1975, quando fazia parte da 1ª. CCAV. 8423 (a de Zalala) e regressado à sua terra natal de Custóias, em Matosinhos. 
Na sua terra natal, foi empresário do sector da restauração, entre outras actividades - e, actualmente já aposentado, é sacristão numa paróquia da cidade do Porto.
Continua a viver em Custóias de boa saúde e sempre boa disposição.
Grande abraço e parabéns!
- Ver a razão de se chamar Buraquinho AQUI

O 1º. cabo Ferreira, de Santa Isabel, festeja 74 anos em Guimarães !

Fazenda Santa Isabel
 


O 1º. cabo José Agostinho da Silva Ferreira foi apontador de morteiros da 3ª. CCAV. 8423 e festeja 74 anos a 17 de Janeiro de 2026.

Ao tempo da nossa jornada africana pelas saudosas terras do Uíge angolano, festejou 23 já na vila do Quitexe, depois de rodar da Fazenda de Santa Isabel, o seu destino inicial e onde a sua subunidade tinha chegado a 11 de Junho de 1974. 
A 3ª. CCAV. ainda passou pela cidade de Carmona, de onde rodou a 4 de Agosto de 1975 (para o Campo Militar do Grafanil, nos arredores de Luanda) e antes de regressar a Portugal - o que aconteceu no dia 11 de Setembro de 1975.
Regressou ao lugar de Vila Chã, na freguesia de Santo Estevão de Briteiros, em Guimarães. Lá continua a viver e para lá vai o nosso abraço de parabéns!

- Há 51 anos: Incêndio na arrecadação de material de guerra e residências dos alferes do Quitexe!

O edifício da arrecadação de material de guerra do Quitexe sofreu um incêndio ao princípio da noite de 17 de Janeiro de
1975,  há 51 anos e foi imediatamente evacuado. Na imagem, vê-se, à direita, o capitão António Oliveira, ocomandante da
 CCS do BCAV.8423. Sentado, está o 1º. cabo Alfredo Coelho (Buraquinho)
 

As labaredas eram bem visíveis. Temeu-se o rebentamento
do material de guerra, o que poderia ser uma... tragédia
A noite quitexana de há 51 anos - dia 17 de Janeiro de 1975 - poderia ter sido trágica na vila do Quitexe, por causa de um incêndio que deflagrou no edifício residencial dos oficiais milicianos e da arrecadação de material de guerra do BCAV. 8423
Temeu-se o pior!
O edifício fica(va) à face da Estrada do Café (a que ainda hoje liga as cidades de Luanda a 
Carmona, agora Uíge) e incluía os quartos dos alferes milicianos Jaime Ribeiro e António Garcia, para além de alguns praças - incluindo os quarteleiros - e o alarme rapidamente reclamou os Cavaleiros do Norte para o combate às chamas. Solidários e corajosos, apesar dos poucos meios disponíveis!
Os 3 bombeiros que acorreram ao incêndio da
arrecadação de material de guerra do Quitexe
Carmona, agora Uíge) e incluía os quartos dos alferes milicianos Jaime Ribeiro e António Garcia, para além de alguns praças - incluindo os quarteleiros - e o alarme rapidamente reclamou os Cavaleiros do Norte para o combate às chamas. Solidários e corajosos, apesar dos poucos meios disponíveis!

Houve avultados 
prejuízos materiais!

O edifício tinha muito material de guerra em depósito e susceptível de estourar e provocar sabe-se lá o quê: destruição do edifício e limítrofes, porventura mortes! Muitas mortes!
Milhares de munições ligeiras (principalmente de G3) rebentaram, ainda assim - parece que ainda estamos a ouvir o seus estridentes silvos e os calafrios que provocaram -, mas felizmente sem provocarem qualquer dano 
O incêndio do Quitexe de há 51 anos. Repare-se no carro
 dos bombeiros e no tamanho dos tanques de água, com
bomba manual accionada por um militar do BCAV. 8423
 (quem o reconhece?). E 
no olhar sorridente  do alferes
miliciano António Garcia. O perigo já tinha passado!
humano.
«Houve avultados prejuízos materiais», reporta o livro «História da Unidade», do BCAV. 8423, dando conta da situação e sublinhando também que «não foi possível evitar a destruição total do imóvel, por falta de meios adequados para apagar o incêndio, inclusive água própria».
A memória, recuando estes 51 anos já passados, reporta-nos a chegada do carro dos Bombeiros de Carmona (a actual cidade do Uíge), transportando-se numa pequena viatura com três homens (um deles, pelo menos, até de gravata..., como se pode ver na imagem) e uma pequena bomba manual, que não dava para nada e suscitou, até, fartas risadas entre a guarnição. 
De pouco valeu, aliás, no combate às chamas - já entretanto controladas pela imediata intervenção dos militares.
O que mais se temeu foi o rebentamento do material de guerra (pesado) lá depositado, que era muito e naturalmente perigoso e que, obviamente, poderia provocar uma tragédia. Felizmente, foi tudo retirado em tempo - por obra e coragem dos militares da CCS do BCAV. 8423 os que lá estavam e outros voluntários, cujo nome lamentavelmente não sabemos mas que aqui gostaríamos de sublinhar. 

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

- Ano 2023, há 3 anos: A morte do alferes miliciano José Leonel Hermida!

Alferes milicianos dos Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423, no Quitexe: Pedrosa de Oliveira, Jaime
Ribeiro, António Albano Cruz, António Manuel Garcia (falecido a 2 de Novembro de 12979) e José
 Leonel Hermida - que faleceu a 16 de Janeiro de 2013, nos Hospitais da Universidade de Coimbra

Equipa de Transmissões do Quitexe: Costa, furriel Pires, alferes Hermida, os
1ºs. cabos Oliveira e Mendes (de pé), Zambujo, Couto e 1ºs. cabos
Salgueiro e Felicíssimo


O alferes miliciano José Leonel Pinto deAragão Hermida foi  Cavaleiro do Norte da CCS do BCAV. 8423 e faleceu a 16 de Janeiro de 2013, há 3 anos e vítima de doença, nos Hospitais da Universidade de Coimbra.
Aos 76 anos de idade!
«Foi tudo muito rápido, em dois meses, começou com uma dor nas costas em Outubro, cuidou-se no Hospital da Figueira da Foz, passou o Natal e ano novo connosco, passou para Coimbra», disse-nos a dra. Graciete Hermida, que o acompanhou na nossa jornada africana do Uíge angolano e que ao princípio da tarde de há 3 anos, foi oficialmente informada do seu passamento, no Hospital da Universidade de Coimbra.
 
Natural de Coimbra, o alferes Hermida lá nasceu a 28 de Novembro de 1946, de família materna originária de Castro Daire - os Aragão.
Licenciou-se em engenharia electrónica e foi professor de matemática e física, radicando-se na Figueira da Foz - onde vivia com a esposa, a dra. Graciete Marques, também professora e pais da doutora Margarida Dulce Hermida, que foi (é) investigadora de biologia na Universidade de Universidade de Brighton, no Reino Unido.
«Ainda ontem se despediu do pai, antes de voltar para a Universidade, falou com ele, como que se despediram...», disse-nos a dra. Graciete Marques, há 3 anos e em dor de luto pelo passamento do homem e amor grande da sua vida: «Nunca teve uma dor, queixou-se das costas em Outubro, foi-lhe diagnosticada uma hérnia e umas sombras, deixa-nos 2 meses depois».
Internado nos Hospitais da Universidade de Coimbra, esteve em tratamento de diálise e teve uma paragem cárdio-respiratórtia do final da manhã de 16 de Janeiro de 2023.
O casal Hermida com o furriel Viegas,
na Figueira da Foz, Fevereiro de 2015

Um (re)encontro na
Figueira da Foz !

Aos 21 dias de Fevereiro de 2015, dois Cavaleiros do Norte reencontraram-se, depois do adeus do Quitexe, no de 1975: o alferes Hermida e o furriel Viegas. 
Aí estão eles, na imagem ao lado, com a «mais-que-tudo» do nosso antigo oficial de transmissões. 
Ao tempo, há 40 anos que se não viam e selaram o reencontro com fartos abraços e muita conversa das memórias quitexanas!
O alferes Hermida foi um dos jovens oficiais milicianos que, na nossa jornada africana do Uíge angolano, se acompanharam das suas jovens esposas. No caso, a professora Graciete, que deu aulas na escola primária da vila.
Ao mês de Fevereiro de 1975, o alferes Hermida deixou o Quitexe, passou pelo Songo, foi parar a Luanda e seguiu para Nova Lisboa, capital do Huambo, onde conheceu (e sentiu) os perigos da metralha que lá tragicamente opôs irmãos angolanos. De lá, de onde Graciete Hermida saiu num avião, à pressa, com famílias de outros oficiais, viajou o jovem alferes miliciano para sítio bem pior: o Luso!
Os dias do leste angolano não foram nada fáceis para a guarnição portuguesa, lá «entalada» entre fogos de irmãos angolanos que se fizeram inimigos, na luta pelo poder do país que nascia.
«Foram tempos muito maus, mas inesquecíveis, com coisas e coragens que só a idade permite», disse-nos oalferes Hermida, há 11 anos e na sua casa da Figueira da Foz, embrulhando a saudade desses tempos com o gosto e a alegria do prazeroso momento do reencontro.
- NOTA: O alferes miliciano José Leonel Hermida, ver AQUI

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

O 1º. cabo João Estrela, «cripto» da CCS, festeja 75 anos na Amadora !

O 1º. cabo João Estrela


O 1º. cabo João Francisco Lavadinho Estrela foi combatente da CCS do BCAV. 8423 e festeja 75 anos a 15 de Janeiro de 2026. Hoje mesmo e na Amadora.
Operador-cripto de especialidade militar e alentejano nascido em Campo Maior, este Cavaleiro do Norte também passou por Carmona, antes de, no final da sua jornada africana do norte de Angola, regressar a Portugal - o que aconteceu no dia 8 de Setembro de 1975. Regressou a Lisboa e à Rua dos Amenos, em Benfica - a sua residência desse tempo.
Actualmente, vive na Mina de Água, em S. Braz da Amadora, onde, profissionalmente, exerce(u) as funções de consultor imobiliário.
É para lá, e para ele, que vai o nosso de parabéns!

O 1º. cabo Marques foi carpinteiro da CCS e hoje faria 74 anos !

O 1º. cabo Manuel Marques,
o Carpinteiro da CCS



O 1º. cabo Marques Manuel Augusto da Silva Marques foi Cavaleiro do Norte da CCS do BCAV. 8423 e faria 74 anos a 15 de Janeiro de 2026. 
Hoje mesmo e em Ovar.
Infelizmente, faleceu a 1 de Novembro de 2011. 
Carpinteiro de especialidade militar e por este nome popularizado por terras do chão angolano do nortenho Uíge, era a boa disposição permanente em pessoa e regressou a Portugal e a Esmoriz, em Ovar, a sua terra natal, no dia 8 de Setembro de 1975 - concluída a sua missão africana.
Por lá fez a sua vida familiar e profissional, falecendo de morte súbita quando, no dia 1 de Novembro de há 15 anos e depois de participar nas cerimónias religiosas do dia, regressava a casa, com a esposa, e caiu fulminado, no momento em que procurava abrir a porta.
Hoje, e fazendo memória de um excelente companheiro de d´armas, sempre muito folgazão e bem disposto, o recordamos com saudade. 
RIP!!!

O alferes Sampaio Sampaio, de Zalala, festeja 74 anos na Costa da Caparica!

Alferes Carlos
João Sampaio

 de Angola,



O alferes miliciano Carlos João da Costa Sampaio foi atirador de Cavalaria da 1ª. CCAV. 8423 e festeja 74 anos a 15 de Janeiro de 2026.
Hoje mesmo!
Cavaleiro do Norte da mítica Fazenda Maria João, a de Zalala - e depois de Vista Alegre/Ponte do Dange, do Songo e de Carmona -, foi comandante do 2º. Grupo de Combate sa subunidade docapitão miliciano Davide Castro Dias e regressou a Portugal no dia 9 de Setembro de 1975, no final da jornada angolana do Uíge, fixando-se na Avenida 5 de Outubro, em Lisboa - onde já residia.
Sabemos que mora(rá), actualmente, na Costa da Caparica, em Almada, e para e para ele lá vai o nosso abraço de parabéns!

Zeca da Chandragoa foi contemporâneo do BCAV. 8423 me em festa de 71 anos !

 

 

Zeca Silva em 1974
Zeca Silva em 2018

Os Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423 tinham, no geral, boas relações com a comunidade civil da sua zona da acção, fosse no Quitexe, em Aldeia Viçosa, Vista Alegre e Ponte do Dange e/ou nas fazendas de Zalala, Liberato e Luísa Maria. 
Relações temperadas pelo respeito mútuo e até afectuosas e relativamente íntimas, nalguns casos mais particulares.
O Zeca Silva, da Fazenda Chandragoa, era um dos jovens contemporâneos desse nosso saudoso tempo uíjano (ele, a Carla Gaspar, as irmãs Morais, a Laide e o irmão Eduardo..., a Gena) e o pai (Manuel Silva) muitas vezes fornecia aos militares do Quitexe o famoso peixe tilápia, do qual era produtor na fazenda - a Chandragoa. Oriundo de Valpaços, faleceu (o pai) a 18 de Fevereiro de 2018, aos 93 anos.
O Zeca concluiu o 5º. ano do curso industrial em Carmona e ainda se aventurou no curso de regente agrícola no Tchivinguiro, mas deixou-se atrair pelos negócios da família e na fazenda de 2 850 hectares, que, por ano, produzia cerca de 700 toneladas de café. Em Carmona, o Pai Silva tinha sapatarias na Rua do Comércio (frente à Ourivesaria Cunha), na Avenida Portugal (frente ao Bar do Eugénio) e na Rua da República (próximo do Tribunal).
Trabalhou na Galp Energia, em Sines, e este ano faz 71 anos! Com uma curiosidade muito particular pelo meio: nasceu a 9 de Janeiro de 1955, em Sintra, mas o bilhete de identidade aponta-lhe 15 como a data natal. Vá lá saber-se a razão. Como há dias AQUI recordámos.
«Festejo sempre no dia em que nasci», disse-nos em tempos, agora já aposentado e de velas assopradas e vida feliz, ainda que saudoso dos chãos de Angola. Parabéns!