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| As labaredas eram bem visíveis. Temeu-se o rebentamento do material de guerra, o que poderia ser uma... tragédia |
Temeu-se o pior!
O edifício fica(va) à face da Estrada do Café (a que ainda hoje liga as cidades de Luanda a Carmona, agora Uíge) e incluía os quartos dos alferes milicianos Jaime Ribeiro e António Garcia, para além de alguns praças - incluindo os quarteleiros - e o alarme rapidamente reclamou os Cavaleiros do Norte para o combate às chamas. Solidários e corajosos, apesar dos poucos meios disponíveis!
O edifício fica(va) à face da Estrada do Café (a que ainda hoje liga as cidades de Luanda a Carmona, agora Uíge) e incluía os quartos dos alferes milicianos Jaime Ribeiro e António Garcia, para além de alguns praças - incluindo os quarteleiros - e o alarme rapidamente reclamou os Cavaleiros do Norte para o combate às chamas. Solidários e corajosos, apesar dos poucos meios disponíveis!
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| Os 3 bombeiros que acorreram ao incêndio da arrecadação de material de guerra do Quitexe |
Houve avultados
prejuízos materiais!
O edifício tinha muito material de guerra em depósito e susceptível de estourar e provocar sabe-se lá o quê: destruição do edifício e limítrofes, porventura mortes! Muitas mortes!
Milhares de munições ligeiras (principalmente de G3) rebentaram, ainda assim - parece que ainda estamos a ouvir o seus estridentes silvos e os calafrios que provocaram -, mas felizmente sem provocarem qualquer dano
«Houve avultados prejuízos materiais», reporta o livro «História da Unidade», do BCAV. 8423, dando conta da situação e sublinhando também que «não foi possível evitar a destruição total do imóvel, por falta de meios adequados para apagar o incêndio, inclusive água própria».
A memória, recuando estes 51 anos já passados, reporta-nos a chegada do carro dos Bombeiros de Carmona (a actual cidade do Uíge), transportando-se numa pequena viatura com três homens (um deles, pelo menos, até de gravata..., como se pode ver na imagem) e uma pequena bomba manual, que não dava para nada e suscitou, até, fartas risadas entre a guarnição.
Milhares de munições ligeiras (principalmente de G3) rebentaram, ainda assim - parece que ainda estamos a ouvir o seus estridentes silvos e os calafrios que provocaram -, mas felizmente sem provocarem qualquer dano
«Houve avultados prejuízos materiais», reporta o livro «História da Unidade», do BCAV. 8423, dando conta da situação e sublinhando também que «não foi possível evitar a destruição total do imóvel, por falta de meios adequados para apagar o incêndio, inclusive água própria».
A memória, recuando estes 51 anos já passados, reporta-nos a chegada do carro dos Bombeiros de Carmona (a actual cidade do Uíge), transportando-se numa pequena viatura com três homens (um deles, pelo menos, até de gravata..., como se pode ver na imagem) e uma pequena bomba manual, que não dava para nada e suscitou, até, fartas risadas entre a guarnição.
De pouco valeu, aliás, no combate às chamas - já entretanto controladas pela imediata intervenção dos militares.
O que mais se temeu foi o rebentamento do material de guerra (pesado) lá depositado, que era muito e naturalmente perigoso e que, obviamente, poderia provocar uma tragédia. Felizmente, foi tudo retirado em tempo - por obra e coragem dos militares da CCS do BCAV. 8423 os que lá estavam e outros voluntários, cujo nome lamentavelmente não sabemos mas que aqui gostaríamos de sublinhar.
O que mais se temeu foi o rebentamento do material de guerra (pesado) lá depositado, que era muito e naturalmente perigoso e que, obviamente, poderia provocar uma tragédia. Felizmente, foi tudo retirado em tempo - por obra e coragem dos militares da CCS do BCAV. 8423 os que lá estavam e outros voluntários, cujo nome lamentavelmente não sabemos mas que aqui gostaríamos de sublinhar.



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