![]() |
| Cavaleiros do Norte da 1ª. CCAV. 8423, a de Zalala: NN, Campos, alferes Lains dos Santos, furriel José Nascimento e Casimiro. Em baixo, Ruizinho e NN. Quem identifica estes (NN) antigos combatentes? |
![]() |
| Grupo de TRMS da 1ª. CCAV. 8423: Lago e Raposo (de pé), Coelho, 1ºs. cabos Hélio e Louenço, mais Aires e Carlitos |
Os Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423, há poucos dias chegadas aos chãos uíjanos, adaptavam-se à vida operacional e criavam empatias com as autoridades e população local.
![]() |
| TRMS do BCAV 8423: 1º. cabo Mendes, Soares, furriel Pires, 1º. cabo Oliveira e Costa. Em baixo, 1º. cabo Felicissímo (da 1ª. CCAV.), Zambujo e 1º. cabo Salgueiro |
O BCAÇ. 4211 partira alguns dias antes e a responsabilidade da ZA desde 14 que era integralmente assumida pelo BCAV. 8423.
O comandante Almeida e Brito bem conhecia bem a zona (pois lá tinha sido oficial adjunto do BCAV. 1917, em 1968) e inspirava confiança ilimitada aos debutantes combatentes. «Maçaricos», assim eram identificados na gíria militar.
Mulheres de seios nus e com
filhos pendurados nas costas!
Era quarta-feira e o PELREC teve um patrulhamento apeado - o primeiro!... - , depois de largado na estrada para Carmona e na aldeia do Quitoque - galgando esta, onde os jovens combatentes viram as primeiras mulheres negras de seios nus e filhos pendurados nas costas, algumas a mascar tabaco..., depois caminhando por lavras adentro e pelos primeiros e temidos trilhos da mata, numa operação diurna que serviu de adaptação e de moer de alguns medos.
Ao dia, não sabíamos, mas desde a véspera que Richard Nixon, Presidente dos Estados Unidos, estava nos Açores para debater com António Spínola (PR de Portugal) a questão das colónias portuguesas. As conversações iam começar precisamente nesse dia 19 de Junho de há 52 anos.
Era a Cimeira dos Açores!
Um ano depois, já em Junho de 1975, era a do Quénia - entre os três movimentos de libertação, buscando a paz que as armas «matavam» na terra da Angola que tinha independência marcada para 11 de Novembro desse 1975.
Carmona e o Uíge tranquilizavam-se militarmente, embora levedassem dúvidas sobre o futuro - particularmente da comunidade europeia branca. Continuavam as deficiências de abastecimento, logo por isso as carências logísticas, e as NT, sem grande descanso, procuravam assegurar «a liberdade de itinerários» - que, na prática, dependia da sua acção no terreno.



%20(2).jpg)


.jpg)
%20(1).jpg)
%20(1)%20(1)%20(1).jpg)








%20(1).jpg)
.jpg)
.jpg)
%20(1)%20(1).jpg)




.jpg)


%20(1).jpg)




