Aos 3 dias de Março de 1975, uma segunda-feira de calendário, os Cavaleiros do Norte da CCS do BCAV. 8423 já se acomodavam tranquilamente nas instalações do Batalhão de Caçadores 12 (o BC12), na cidade de Carmona (actual Uíge e capital da província do mesmo nome) e na estrada de saída para o Songo.
Há 51 anos!
Para lá rodados na véspera!
As instalações eram bem melhores, mesmo muito melhores mesmo!..., que as que, na vila do Quitexe, tinham sido a sua «casa de todos os dias», desde 6 de Junho de 1974 - quando ali chegaram, idos do Campo Militardo Grafanil (nos arredores de Luanda) e substituíram a CCS do BCAÇ. 4211.
E de onde tinham saído na véspera!
Os praças, então, passaram a ter casernas com muito mais qualidade e comodidade e os furriéis milicianos (e sargentos do quadro) ocuparam a até aí messe de oficiais do Bairro Montanha Pinto.
Os oficiais sem família ocuparam outra messe, no centro da cidade.
Os praças, então, passaram a ter casernas com muito mais qualidade e comodidade e os furriéis milicianos (e sargentos do quadro) ocuparam a até aí messe de oficiais do Bairro Montanha Pinto.
Os oficiais sem família ocuparam outra messe, no centro da cidade.
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| Furriéis milicianos Luís Costa (Pelotão de Morteiros) e Joaquim Farinhas (Sapadores da CCS) na messe de Carmona |
Experiência e confiança
dos «CCS´s» muito fortes
A coabitação, temporária, com a guarnição do BC 12 (unidade que, então, estava em fase de extinção) foi absolutamente pacífica e rápida.
Os quadros e praças dos Cavaleiros do Norte, de resto, logo assumiram os serviços internos do aquartelamento - sem quaisquer problemas.
Era tudo novo para eles, é verdade, mas tudo simultaneamente tranquilo.
Os nove meses da jornada africana pelos chãos do Uíge angolano já davam aos homens do BCAV. 8423 lastro de experiência e confiança muito fortes. O grande desafio para a esmagadora maioria deles era descobrir a cidade. Vivê-la, na sua total intensidade! O que é, como é uma cidade? Que «desafios» os esperavam?
A verdade é que muitos de nós, nunca tínhamos estado e muito menos vivido numa cidade do rural Portugal daquele saudoso tempo de há 51 anos.
Também «nisto» ganhámos vida e novas experiências!
Os nove meses da jornada africana pelos chãos do Uíge angolano já davam aos homens do BCAV. 8423 lastro de experiência e confiança muito fortes. O grande desafio para a esmagadora maioria deles era descobrir a cidade. Vivê-la, na sua total intensidade! O que é, como é uma cidade? Que «desafios» os esperavam?
A verdade é que muitos de nós, nunca tínhamos estado e muito menos vivido numa cidade do rural Portugal daquele saudoso tempo de há 51 anos.
Também «nisto» ganhámos vida e novas experiências!
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