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Cavaleiros do Norte e (algumas) Amazonas no encontro da Barosa de Leiria
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O furriel Morais, 1º. cabo D. Teixeira, furriel Rocha, padre José Alves, Américo Gaiteiro (mais atrás), Joaquim Breda, Carlos Ferreira e Joaquim Moreira na entrada da Igreja de S. Mateus da Barosa |
O adro e a Igreja de S. Mateus da Barosa, em Leiria, foram ontem o cenário do encontro dos Cavaleiros do Norte da CCS do BCAV. 8423.O padre José Alves, o pároco local, foi o anfitrião do grupo e organizou a improvisada mas sentida cerimónia de entrada no templo, onde celebrou a missa de evocação dos companheiros que já partiram para a outra vida.
O Joaquim Breda foi o «juiz» da festa e fez a leitura evocativa dos «ccs´s» que partiram, celebrada com palmas, e o sacerdote, na sua homília, nomeadamente lembrou que «a guerra é feita para construir a paz».
E não o contrário. Foi aplaudido.
Foram muitos, alguns deles debutantes, os Cavaleiros do Norte que ontem viajaram para a Barosa de Leiria: o atirador José Manuel Cordeiro e os «morteiros» Celestino Pagaimo, Delmar Alves e Carvalho, a viúva e filhos do condutor José António Gomes (falecido em Janeiro deste ano), a segunda mulher do António Cabrita (que voltou aos encontros, agora já viúvo há dois anos).
Também a viúva, filha e neto do 1º. cabo Jorge Vicente, que desde 2024 se associam a esta memória dos combatentes da CCS.
Esquecemos alguns? Desculpem!
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O quinteto de «pelrec´s»: Aurélio (Barbeiro), Raúl Caixarias, Viegas (furriel), José Cordeiro e Francisco Madaleno |
Algumas faltas
à... formatura!
Notaram-se algumas «faltas», por razões que todos terão: o capitão Acácio Luz (da secretaria do Comando), o alferes Jaime Ribeiro (dos sapadores), os furriéis Francisco Neto e José Monteiro (do PELREC, mas este também da secretaria da CCS), Lopes (enfermeiro), António Cruz (rádio-montador), Francisco Dias (alimentação) e Manuel Machado (armamento), os 1ºs. cabos Miguel Teixeira (escriturário), João Monteiro (Gasolinas), Gabriel Mendes (sapador), Vasco Vieira (escriturário), Agostinho Teixeira (pintor), Rodolfo Tomaz (rádio-montador).
Não estiveram eles, e outros, mas todos foram lembrados pela bem disposta guarnição de resistentes que ontem, na Barosa de Leiria, fizeram memória da partida para Angola e para a epopeica jornada africana do Uíge. - Continua amanhã