CAVALEIROS DO NORTE!! Batalhão de Cavalaria 8423, última guarnição militar portuguesa nas terras uíjanas de Quitexe, Zalala, Aldeia Viçosa, Santa Isabel, Vista Alegre, Ponte do Dange, Songo e Carmona! Em Angola, anos de 1974 e 1975!

segunda-feira, 9 de julho de 2018

4 181 - O fim da Castiço DIH e o soldado «comando» amputado de um pé!

O furriel Viegas, ladeado pelos 1ºs. cabos António Pais (viseense que
amanhã faz 66 anos em Atouguia da Baleia, Peniche), à esquerda, e
Emanuel Santos (ausente nos Estados Unidos). A cervejar e mariscar no
 Bar do Rocha, vila do Quitexe e em 1974

O furriel António Dias, da 41ª. Companhia de Comandos,
que o PELREC «achou» há 44 anos na Baixa do Mungage,
onde socorreu um soldado amputado de um pé


A Operação Castiço DIG terá sido con-cluída a 9 de Julho de 1974 (não há cer-
tezas sobre a data) e, com ela, e nela, o «baptismo de guerra» dos Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423.
Os contactos com o IN foram diversos, mas sem incidentes especiais, para além, e já não foi pouco, do registo de um pé amputado a um soldado «co-
Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423: 1º. cabo Marques (Carpinteiro,
falecido a 01/1/2011, em Esmoriz)), Duarte (cozinheiro?), Rebelo,
 NN, alferes Ribeiro, 1º. cabo Almeida (cozinheiro), NN (negro),
Messejana (f. a 27/11/2009, de doença, em Lisboa), Florêncio
(barbas) e alferes António Garcia (f. de acidente, a 02/11/1979)
 
mando» da 41ª. CC, por ter accionado uma mina anti-pessoal na Baixa do Mungage.  A 41ª. CC, de resto e por isso mesmo, «retirou da Zona de Acção após umas escassas 18 horas de operação».
A evacuação do ferido foi feita pelo PELREC do BCAV. 8423 e logo a 41ª. CC abandonou a operação, quando a sua participação «envolveria 8 dias de actividade operacional».
O abandono foi-nos recentemente explicado pelo furriel António Dias, conterrâneo que lá então inesperadamente conhecemos: «Julgo que foi por ser considerado inoportuno continuar a operação, tendo em conta os riscos que se percepcionavam e o facto de já estar em andamento o processo de descolonização de Angola».
António Dias é agora empresário ligado aos  sectores florestal e agrícola nas serras de Águeda, de onde é natural, e com quem, de quando em vez, recor-
damos a madrugada deste trágico caso, na Baixa do Mungage.
A 41ª. CC´s era comandada pelo capitão Barbosa Henriques e, entre outros, in-
cluía o alferes José Gomes e os furriéis Dias e Valongo (que era angolano e ti-
nha sido futebolista do FC do Porto e, suponho, internacional júnior).
António Pais e esposa
no encontro de 09/06/2018

Pais, 1º. cabo da CCS, 66
anos em Atouguia da Baleia !

O 1º. cabo Pais, rádio-montador dos Cavaleiros do Norte da CCS do BCAV. 8423, festeja 66 anos a 10 de Julho de 2018 e em Atouguia da Baleia.
António Correia Lourenço Pais é natural do lugar de Travas-
sos de Cima, freguesia de Rio de Loba, concelho de Viseu, e lá regressou a 8 de Setembro de 1975, no final da sua (e nossa) jornada africa-
na do Uíge angolano. Por lá fez vida familiar e profissional, sempre trabalhan-
do na área da pichelagem, do saneamento e da electricidade, e agora, já apo-
sentado, está radicado em Atouguia da Baleia, no concelho de Peniche, para onde vai o nosso abraço de parabéns!


domingo, 8 de julho de 2018

4 180 - O último dia dos Cavaleiros do Norte na vila do Quitexe!

Cavaleiros do Norte da 1ª. CCAV. 8423, a de Zalala, todos milicianos: furriéis
Louro, Rodrigues, Nascimento, Barata (infelizmente ja falecido, a 10 de
Outubro de 1997, de doença e em Alcains) e Barreto, alferes Mário Jorge de
 Sousa Correia de Sousa (que hoje festeja 67 anos em Andorra) e Lains dos Santos
Grenha Lopes, Agostinho Belo e, em baixo,  Graciano Silva,
três furriéis milicianos da 3ª. CAV. 8423, a da Fazenda Santa
Isabel e dos últimos aquartelados no Quitexe, há 43 anos!

A 3ª. CCAV. 8423, a da Fazenda Santa Isabel, completou a sua rotação do Quitexe para Carmona a 8 de Julho de 1975. Há precisamente 43 anos! Foi a última unidade militar portguesa aquartelada na vila uíjana.
A operação começara no dia 1, quando houve «saída prévia de um grupo de combate», e a rotação justificava-se na necessidade de «preparar uma maior presença militar na cidade».
Assim e de acordo com o livro «História
Capitão José
P. Fernandes
da Unidade», que citamos, «completando-se totalmente a re-
tracção do dispositivo do Uíge», uma solução que «não se es-
perava», mas que, ainda segundo o mesmo HdU, foi «solução para problemas existentes».
O dia 8 de Julho de 1975 foi, assim, o último da presença militar portuguesa no Quitexe, desde 2 de Março desse ano exclusiva-
mente assumida pela 3ª. CCAV. 8423, os Cavaleiros do Norte co-
mandados pelo capitão miliciano José Paulo Fernandes.
O 1º. cabo Emanuel Santos, o 1º. sargento João Barata
e o alferes miliciano António Garcia no Quitexe e à porta
do edifício do Comando do BCAV. 8423, em 1974!

A responsabilidade
operacional do BCAV. 8423!


Um ano antes e com a responsabilidade operacional da ZA assumida a 14 de Junho de 1974, quando começou «a sua verdadeira vida operacional na Região Militar de Angola», a segunda reunião de comandos do BCAV. 8423 realizou-se no Quitexe
A operação Castiço DIH estava a concluir-se e o comandante Carlos Almeida e Brito, entretanto, continuava os seus «contactos operacionais», ora com as outras unidades do Comando do Sector do Uíge (CSU), quer com a do próprio BCAV. 8423. 
A 8 de Julho de 1974, há precisamente 44 anos, realizou-se a segunda reunião mensal dos comandantes das quatro (CCS+3) Companhias dos Cavaleiros do Norte, «novamente no Quitexe, mercê de ainda não existirem estruturas nas outras subunidades», estruturas que, de acordo com o livro «História da Unidade», «permitissem a realização da reunião nas suas sedes.
A primeira, recordemos, ocorrera a 15 de Junho imediatamente anterior e também no Quitexe, no dia imediatamente a seguir ao da assumpção de responsabilidade operacional, às 14 horas desse dia (o 14).
Os contactos do tenente-coronel Carlos Almeida e Brito, por esse tempo, não se limitavam à área militar, mas também à civil - nomeadamente com as autoridades tradicionais e religiosas e a administração civil - que, no caso do Dange, estaca localizada no Quitexe.
O alferes Mário Jorge
Sousa e esposa em Zalala

Alferes Sousa, 67
anos em Andorra !

O alferes miliciano Mário Jorge Sousa, da 1ª. CCAV. 8423, a de Zalala, festeja 67 anos a 8 de Julho de 2018.
Mário Jorge de Sousa Correia de Sousa foi especialista de Operações Especiais (Rangers) e, na jornada africana da Angola, fez-se acompanhar pela esposa. Regressou a Portugal a 9 de Setem-
bro de 1975, no final da sua comissão militar - que o levou a Aldeia Viçosa e Carmona -, e fixou-se na Calçada da Lavra, na cidade de Lisboa.
Tempo houve em que terá morado no Porto e também em Alfena, do concelho de Valongo. Actualmente, e segundo informação do furriel João Dias (TRMS), estará radicado em Andorra, para onde vai o nosso abraço de parabéns!
Adelino Santos

Santos de Aldeia Viçosa,
66 anos em Leiria !

O soldado tirador Adelino Vieira dos Santos, da 2ª. CCAV. 8423, a de Aldeia Viçosa, festeja 66 anos a 8 de Julho de 2018.

Atirador de Cavalaria, regressou a Portugal no dia 10 de Setem-
bro de 1975 e fixou-se no lugar de Fontes, freguesia de Cortes, em Leiria, de onde era natural e onde então residia. Não reside agora muito longe, é em Souto de Cima, freguesia de Caranguejeira, também em Leiria, para onde seguem os nossos parabéns!

sábado, 7 de julho de 2018

4 179 - Mentalização das populações em Aldeia Viçosa e fazendas do Uíge!

O comandante Almeida e Brito visitou a 2ª. CCAV. 8423, a de Aldeia Viçosa,
 e várias fazendas da região. A imagem mostra a Chandragoa e o Zeca, filho 
do gerente e contemporâneo do BCAV. 8423 no Quitexe

O tenente-coronel Almeida e Brito em Aldeia Viçosa, ladea-
do pelos milicianos capitão José Manuel Cruz (comandante
da 2ª. CCAV. 8423) e alferes João Machado (Rangers), ´
adjunto do Comando desta subunidade do BCAV. 

O comandante Carlos Almeida e Brito continuou, a 7 de Julho de 1974, as suas visitas de «mentalização das popula-
ções», estando em Aldeia Viçosa, onde ao tempo se aquartelava a 2ª. CCAV. 8423, coman
dada pelo capitão miliciano José Manuel Cruz.
O tenente-coronel de Cavalaria e coman-
dante dos Cavaleiros do Norte fez-se acompanhar de alguns oficiais do BCAV.
O padre Albino Capela no baptizado de uma
criança da Família Rei e à porta da Igreja de
Santa Maria de Deus do Quitexe
8423 e das autoridades civis e religiosas locais - nomeadamente Octávio Pimentel Teixeira (o então administrador do concelho do Dange) e o padre Albino Capela, da Ordem dos Capuchi-
nhos Menores (e responsável pastoral pela  Missão do Quitexe).
O périplo do dia, um domingo, envolveu visitas a fazendas da zona, nomeadamente à Negrão e à Chandragoa - que ficava, esta, a 8 ou 9 quiló-metros do Quitexe, em linha recta e depois da Guerra & Companhia e de também se passar  
Octávio Pimentel
 Teixeira
pela Isabel Maria e a Quinta das Arcas. 
 A deslocação da padre Albino Capela era «aproveitada», nor-
malmente, para a celebração de missa, em altares improvisados mas não sem a dignidade adequada ao acto (bem pelo contrário) e muito participadas pelas comunidades visitadas - fossem brancas europeias, fossem negras ou quaisquer outras. 
O tempo, ao tempo e em termos militares, era ainda da evolução da Operação Castiço DIH que, em data indeterminada, envolveu «novo contacto com o IN, na «Central» do Negage, novamente sem consequências», como relata o livro «História da Unidade» - que consultámos.
«Desenvolveu-se elevado número de acções e de operações em toda a Zona de Acção, mas nomeadamente sobre Mungage, Negage, Aldeia e Tabi», acrescenta o HdU.
A 2ª. CCAV. 8423

Leiria da 3ª. e 2ª. CCAV´s,
66 anos no Fogueteiro!

O 1º. cabo Leiria, da 3ª. CCAV. 8423,  de Santa Isabel, festeja 66 anos a 7 de Julho de 2018.
Fernando José Trigoso Leiria, de seu nome completo, foi atirador de Cavalaria e alvo de um castigo disciplinar em Setembro de 1974, por isso sofrendo 20 dias de prisão disciplinar agravada (OS nº. 84), depois agravada para 30 (pelo CSU, na OS nº. 97) e 40 dias (pela RMA, na OS nº. 122), o que levou à sua despromoção a soldado e transferência para a 2ª. CCAV. 8423, a de Aldeia Viçosa. Desconhecemos a razão do castigo.
Regressou a Portugal no dia 10 de Setembro de 1975, com a 2ª. CCAV. 8423, e fixou-se na Brandoa, então do concelho de Oeiras. Sabemos que, actualmente, reside no Fogueteiro, em Almada, para onde vai o nosso abraço de parabéns!

sexta-feira, 6 de julho de 2018

4 178 - Comandante nas sanzalas do Quitexe para mentalizar as populações!


Grupo de Cavaleiros do Norte à porta da messe da sargentos do Quitexe. Atrás, furriéis milicianos Pires
 e Costa (que amanhã faz 66 anos), ambos do Pelotão de Morteiros, Graciano, Fernandes, Carvalho e Rocha
(os 3 de bigode) e 1º. sargento Marchã. Depois, Cardoso, Lopes, Flora (meio tapado pelas mãos do Fernan-
des) e Viegas (de mão esquerda no ar). Depois, Abrantes (de cachimbo), Reino (tapado pela mão do Bento)
 e Bento. À frente, Rabiço e Ribeiro
Os furriéis milicianos Luís Filipe Costa, dos Morteiros,
e o malogrado Joaquim Farinhas, dos Sapadores, que

 faleceu a 14 de Julho de 2015, de doença e em Amarante

O dia 7 de Julho de 1974, há 46 anos..., foi tempo para pelas bandas do Uíge angolano, o comandante Carlos Almeida e Brito se deslocar aos povos (sanzalas) de Aldeia e Luege, onde continuou «a série de reuniões» preparadas para «a continuação da mentalização das populações».
A 10, reuniu com as populações de Quitoque e Quimassabi (na estrada para Carmona) e seguiram-se «encontros com as autoridades tradicionais, comerciantes e elevado número de fazendeiros no Clube do Quitexe (a 13) e popu-
Comerciante do Quitexe. Quem
será? Foto do blogue «Relem-
brando Terras do Quitexe»
lações e autoridades tradicionais de Aldeia Viçosa (a 26).

Outros destinatários destas reuniões eram «os camionistas que servem o po
derio económico da área», essencialmente centrado na agricultura e produção do café e que, naturalmente, pretendiam «obter uma maior liberdade de movimentos na chamada Estrada do Café» - a que liga(va) a capital Luanda a Carmona, actual cidade do Uíge.
Já ao tempo, entre os serviços operacionais (pelos chãos das matas uíjanas fora..., em perigosos trilhos e ameaçadoras picadas e temidas emboscadas) e os de escala (internos) os grupos de combate dos Cavaleiros do Norte faziam patrulhamentos e escoltas nos principais itinerários da região - e não só nos de asfalto -, precisamente para garantir a segurança de pessoas e bens e liberdade de itinerários.

Luís F. Costa
furriel miliciano
do PELMOR 4281

Costa, furriel dos Morteiros,
66 anos no Estoril !

O furriel miliciano Luís Filipe dos Santos Costa, do Pelotão de Morteiros 4281, comemora 66 anos a 7 de Julho de 2018.
Contemporâneo dos Cavaleiros do Norte na vila do Quitexe, onde já se aquartelava na data da nossa chegada (no dia 6 de Junho de 1974), o PELMOR 4281 era comandado pelo alferes miliciano João Leite, incluindo o 2º. sargento Fernando Gomes (dos Comandos) e os furriéis milicianos Luís F. S. Costa e Fernando de Freitas Reimão Pires. E lá esteve até 4 de Janeiro de 1975, quando rodou para Carmona.
O Costa, que amanhã festeja 66 anos, vive no Estoril e está aposentado de uma carreira profissional no Grupo SONAE, vivendo a reforma entre a linha de Cascais e Tavira, onde é administrador de condomínios. Para onde quer que esteja, para ele vai o nosso abraço de parabéns!

quinta-feira, 5 de julho de 2018

4 177 - A captura de um «velho» de Aldeia na Acção Colibri 310!

Cavaleiros do Norte da 3ª. CCAV. 8423 em «operação» turística às Quedas
 do Duque de Bragança. À esquerda, reconhece-se o furriel miliciano Querido.
Em destaque, o alferes miliciano Carlos Silva, que amanhã festeja 66 anos
em Ferreira do Zêzere. Alguém ajuda a identificar os outros combatentes?
Cavaleiros do Norte da secretaria da CCS: 1º. cabos Vasco
Vieira e Miguel Teixeira, furriéis milicianos Francisco
Dias (que amanhã faz 66 anos) e José Monteiro, e, em
baixo, o 1º. cabo Jorge Pires

Os comandantes das unidades do Co-
mando do Sector do Uíge (CSU) tiveram a sua reunião mensal a 5 de Junho de 1974 e em Sanza Pombo, onde se aquartelava o BCAV. 8324.
Ao tempo, continuava a Operação Castiço DIH, que começara a 20 de Junho anterior e envolvia todas as subunidades do BCAV. 8423. No decorrer da Acção Colibri 310, ainda no mês de Junho (mas em data desconhecida), foi «capturado um velho do «quartel» Aldeia, o qual, depois de interrogado e porque manifestou o desejo de voltar para a mata, foi posto em liberdade», segundo relata o livro «História da Unidade» - o BCAV. 8423.
Era este, ainda de acordo com o mesmo HdU, «o panorama da aproximação pretendido e com vista a constituir exemplo de que as NT procuram uma solução diferente da anterior para o caso de Angola»
As restantes acções da Operação Castiço DIH, ainda no mês desse já distante mês de Junho, «decorreram todas sem contactos com o IN, muito embora fos-
sem normalmente referenciados os seus vestígios, as suas lavras e até a sua presença, já que os «tiros de aviso» constituíram facto quase comum».
Já lá vão 44 anos e parece que foi ontem!
Alferes Carlos Silva
e o furriel Belo

Silva, alferes de Santa Isabel,
66 anos em F. do Zêzere !

O alferes miliciano Silva, da 3ª. CCAV. 8423, a de Santa Isabel, festeja 66 anos a 6 de Julho de 2018.
Carlos Almeida e Silva foi Cavaleiro do Norte da Fazenda Santa Isabel, atirador de Cavalaria, depois no Quitexe e em Carmona, e regressou a Portugal a 11 de Setembro de 1975.  Ao Outeiro do Marco, freguesia do Beco, Ferreira do Zêzere. Logo voltou a Angola, para o seu casamento (a 18 de Outubro desse mesmo ano) com Belmira, seu amor de juventude que o calor e os bons cios de África noivaram até aos dias de hoje.
A independência de Angola «causou» novo regresso a Portugal e fez carreira profissional como quadro bancário da Caixa Geral de Depósitos. Já aposen-
tado, reside no Beco, em Ferreira do Zêzere, entregando-se aos prazeres da fotografia e da cultura. Parabéns!
O furriel Fran-
cisco Dias nos
dias de hoje

Dias, furriel de CCS, 
66 anos no Porto!

O furriel miliciano Dias, da CCS do BCAV. 8423, no Quitexe e de-
pois em Carmona, comemora 66 anos a 6 de Julho de 2018.
Francisco José Brogueira Dias foi vagomestre dos Cavaleiros do Norte e é natural do Porto, cidade a que regressou a 8 de Setem-
bro de 1975, no final da sua (e nossa) comissão de serviço em An-
gola. Lá voltou e lá morou (na Costa Cabral), mas reside agora em Rio Tinto, em vésperas da aposentação da sua carreira de quadro bancário.
O nosso abraço de parabéns vai direitinho para lá, embrulhado no desejo de que a data repita por muitos e bons anos! Com o sorriso que a foto mostra!

quarta-feira, 4 de julho de 2018

4 176 - Polícia de Investigação Militar apresentou-se ao comandante do BCAV. 8423!

Cavaleiros do Norte do Parque-Auto: o 1º. cabo Agostinho Teixeira (pintor)
e os condutores António Gonçalves, Alípio Canhoto, Delfim Serra, José
Gomes, Manuel Alves (Pacífico), Américo Gaiteiro, Joaquim Celestino e
 1º. cabo Serra Mendes (?, bate-chapas)

Cavaleiros do Norte «atiradores» da secretaria: 1ºs. cabos
Jorge Pinho, NN e Vasco Vieira (Vasquinho) 

O quadro orgânico da Polícia de Inves-tigação Militar (PIM) do Quitexe comple-tou-se a 4 de Julho de 1974, quando o seu chefe de posto se apresentou ao tenente-coronel Carlos Almeida e Brito, comandante do BCAV. 8423.
A PIM, se bem recordo, era uma força policial com ligações à Direcção Geral de Segurança (PIDE/DGS), que por An-
gola tinha missões mais militares

e os Flechas como braço armado.
Em data que a memória não fixou, o PELREC fez uma opera-
ração militar simultânea com um grupo de combate dos Fle-
chas de Carmona, galgando as matas e trilhos do Uíge e sem-
pre com colaboração aberta e activa. Tinham eles a enormís-
sima vantagem de conhecerem bem o chão uíjano (por ele já tinham feito outras acções) e, pra além disso e quiçá mais importante, os dialectos locais, o que imensamente facilitava a sua missão, na mesma proporção que dificultava à forças europeias.
A memória (ou a falta dela) não nos permite recordar o nome do chefe do Posto da PIM do Quitexe, cremos mesmo que nem na altura o conhecemos - ou, até, se sabíamos da sua existência. Provavelmente, seria «secreto»..., daí dele não haver recordação.

Companhia Integrada
do Exército de Angola
As notícias de um ano depois, dia 4 de Julho de 1975, apontavam para o juramento de bandeira da primeira Companhia Integrada do Exército de Angola. Em Cabinda.
A unidade era formada por militares dos três movimentos de liber-
tação de Angola - MPLA, FNLA e UNITA -, que tinham juramento marcado para o dia seguinte (5 de Julho de 1975), em Cabinda. 
O enclave cabindês era considerado parte integrante do território angolano.
«Não há Cabinda e Angola, há simplesmente Angola, pois Cabinda faz parte do território de Angola», disse Agostinho Neto, presidente do MPLA, em declara-
ções prestadas em Brazaville, capital da República do Congo.

Alcindo, 1º. cabo 
cozinheiro, faria 66 anos!

O 1º. cabo Alcino, da CCS do BCAV. 8423, faria 66 anos a 5 de Julho de 2018. Faleceu há 34 anos.
Alcino Fernandes Pereira foi Cavaleiro do Norte no Quitexe e em Carmona e regressou a Portugal no da 8 de Setembro de 1975. Fixou-se no lugar da Benfeita, da freguesia de Cortegaça, concelho de Mortágua - de onde era natural. Em data desconhecida, mudou-se para a Ida-
nha,em Sintra, onde faleceu a 25 de Junho de 1984, por razão que desconhe-
cemos. Hoje o recordamos com saudade. RIP!!! 

terça-feira, 3 de julho de 2018

4 175 - Comandante na PSP de Angola, na vila uíjana do Quitexe!

Aldeia (sanzala) do Talambanza, imediatamente à saída do Quitexe, na
 Estrada do Café, para Carmona. À direita, a serração e depois a
povoação. À esquerda e ao fundo, o quartel da OPVDCA (e PSPA?) 

Foto do blogue https://quitexe-historia.blogs.sapo.pt/2009/09/
Cavaleiros do Norte da 1ª. CCAV. 8423, a de Zalala: o furriel
miliciano Américo Rodrigues, o Amaral (Bolinhas) e o João
Gonçalves (o Bigodes, o Cigano) que dia 5 faz 66 anos!

O tenente-coronel Carlos Almeida e Bri-to, comandante do BCAV. 8423, visitou a 3ª. Companhia da PSP de Angola (PSPA) a 3 de Julho de 1974. Há precisamente 44 anos!
A companhia policial, se bem nos lem-
bramos, estava aquartelada num edifício imediatamente à saída da vila do Quite-
xe, no sentido da cidade de Carmona e depois da sanzala do Talambanza. Onde também estava instalada a OPVDCA. Alguém pode confirmar este pormenor?
A PSPA do Quitexe passou despercebida ao olhar e acção dos Cavaleiros do Norte, fosse pela nossa actividade operacional - essencialmente concentrada nos trilhos, picadas e matas uíjanas -, quer pelo facto de a rigorosa disciplina militar do BCAV. 8423 e, essencialmente, do seu comandante, nos isentar de qualquer relação mais próxima com esta força policial.
Há três ou quatro anos, porém, e quando procurava o 1º. cabo Fernando Soa-
res, do PELREC e no Laranjeiro, em Almada, estive com um agente, dele vizi-
nho, que lá prestava serviço no tempo dos Cavaleiros do Norte. 
A 3ª. Companhia da PSPA, no Quitexe, assim com a 4ª. CPSPA (em Vista Ale-
gre) e a Organização Provincial de Voluntários de Defesa Civil de Angola (a OPVDCA) desde o princípio deste mês de Julho de 1974 que estavam na «de-
pendência operacional do BCAV. 8423».
D. Afonso Mvenda Zinga,
Rei do Congo (net) 

A pretensão do Kialenguela
bisneto do Rei do Congo

O dia 3 de Julho de 1974, uma quarta-feira, foi tempo para a Ngwizaco, um associação congolesa de expres-
são portuguesa, reivindicar a participação nas nego-
ciações com o Governo português, no âmbito do pro-
cesso de descolonização de Angola.
Miguel Kialenguela, um angolano negro que morava num dos bairros populares (de lata) da cidade de Luan-
da, assinava a petição e identificava-se como bisneto do antigo Rei do Congo, D. Afonso Mvenda Zinga.
Segundo ele, e de acordo com o que o Diário de Lisboa de há 44 anos repor-
tou, o território angolano era constituído pela fusão de três antigos reinos do Congo, Matamba e N´Gola - e que o antigo Reino do Congo foi dividido pela Conferência de Berlim, em 1885, e por Portugal, Bélgica e França. 
A ser como defendia a tese de Miguel Kialenguela, tal implicaria alterações substanciais na geografia política do então Zaire e Congo Brazaville. Tanto quanto julgamos saber, a tese não passou de... tese.
João Gonçalves, o
Cigano, ou Bigodes
de Zalala 

Gonçalves, o Cigano, o
Bigodes de Zalala, 66 anos !

João Inácio Rodrigues Gonçalves foi soldado atirador de Cava-
laria da 1ª. CCAV. 8423, a dos Cavaleiros do Norte de Zalala, e festeja 66 anos a 5 de Julho de 2018.
Popularizado como o Cigano, ou o Bigodes, regressou a Portu-
gal no dia 9 de Setembro de 1975, fixando-se na sua natal Moita do Ribatejo, vila do distrito de Setúbal. São vagas as informações sobre a sua vida, depois disso, mas o furriel João Dias lembra-nos que morou no Carva-
lhido, daquela freguesia e concelho, e que, provavelmente, morará agora em Évora. Será? Alguém pode esclarecer esta dúvida? Onde parará o Bigodes?
Para onde quer que esteja, vai o nosso abraço de parabéns!  

segunda-feira, 2 de julho de 2018

4 174 - A morte do soldado Spínola, há 43 anos! E do Gonçalves e do Barros!

A Estrada do Café, entre o Quitexe e Carmona. O acidente que vitimou
Jorge Custódio Grácio, o Spínola, foi numa curva na zona da Fazenda
Pumbaloge. Há precisamente 43 anos. Hoje se passam! RIP!!!

Jorge Custódio
Grácio, o Spínola
A Estrada do Café a saída do Quitexe
para Carmona, actual cidade do Uíge


O dia 2 de Julho de 1975 está tragicamente associado à morte, por acidente, de Jorge Custódio Grácio, sol-
dado atirador de Cavalaria da 3ª. CCAV. 8423. Popularizado como Spínola!
O acidente ocorreu na Estrada do Café, após a passagem da Fazenda Pumbaloge, no sentido de Quitexe para Carmona, onde a 4L em que seguia, de boleia com o empreiteiro Sidónio, embateu de frente com uma ambulância que lhe apareceu contra a mão. Era uma Land Rover que, segundo a versão de Alfredo Coelho (Buraquinho), tinha sido roubada na Delegacia  do Quitexe e era conduzida por um, guerrriheiro da FNLA.
O Buraquinho seguia noutra viatura, também uma 4L, ultrapassada pelo do Sidónio e conduzida por um empregado da Shop-Shop. Ele e outro Cavaleiro do Norte da 3ª. CCAV. 8423, cujo nome se escapa da memória. Diz ele (o Bu-
raquinho) que ainda viu o corpo do Spínola «ir pelo ar e cair no chão».
O nome de Jorge Custódio Grácio (Spínola) na relação de
mortos da Marinha Grande na Guerra do Ultramar
«Corri para lá e agarrei-me à mão dele. Chamei-o: “Spínola!”. Mas ele apertou o meu dedo polegar da mão direita e só disse: “Hei!!!...”.
Morreu no local, com um chefe da FNLA, que também ia de boleia e ficou no meio da estrada. O Sidónio ficou estendido no alcatrão, com a cabeça aberta, mas vivo. Todos foram cuspidos da viatura.
A ambulância fôra roubada da Delegacia do Quitexe levava um guerrilheiro da FNLA, que conduzia, e uma criança, que ficou com uma fractura exposta na perna, e também uma senhora, todos de raça negra.
«Metemos o Spínola e o Sidónio na bagageira da nossa viatura e fomos até à Delegacia do Quitexe. Dei a notícia ao capitão Fernandes mas ele disse que eu estava maluco, porque minutos antes tinha estado a falar com ele. Então, perguntou-me pelo corpo e disse-lhe que estava na delegacia. Foi esta a triste história da morte do Spínola», recorda Alfredo Coelho (Buraquinho).
Jorge Custódio Graça era natural do Casal das Raposas, em Vieira de Leiria, na Marinha Grande, em cujo cemitério o seu corpo foi sepultado. RIP!!!
As Portas de Zalala

As mortes de Gonçalves
e Barros de Zalala !

O dia 2 de Julho está igualmente ligado à morte de dois Cavaleiros do Norte da 1ª. CCAV. 8423, a de Zalala: o 1º. cabo Gonçalves e o soldado  cozinheiro Barros.
Manuel da Costa Gonçalves foi atirador de Ca-
valaria e morava no Laranjeiro, em Almada. Não conhecemos as razões da sua morte, que ocorreu em 2013 e aos 61 anos, há precisamente cinco. Nascera a 28 de Maio de 1952 e, ao tempo da sua (e nos-
sa) jornada africana de Angola, morava na Brandoa, freguesia da Amadora, então do concelho de Oeiras.
Adérito dos Santos Reis Barros foi cozinheiro e era natural do lugar da So-
breira, da freguesia de Canidelo, do transmontano concelho de Murça. Lá re-
gressou a 9 de Setembro de 1975 e dele apenas sabemos que faleceu a 2 de Julho de 2012. Tinha quase 60 anos, nascido a 8 de Outubro de 1952.
 Ambos recordamos com saudade. RIP!!!
A Fazenda Santa Isabel

Jacinto de Santa Isabel, 66
anos em Fazendas de Almeirim!

O soldado condutor auto-rodas Victor Manuel Gouveia Jacinto, Cavaleiro do Norte da 3ª. CCAV. 8423, que jornadeou pela Fazenda Santa Isabel (e depois pela vila do Quitexe e pela cidade de Carmona), festeja 66 anos a 2 de Julho de 2018.
Natural de Fazendas de Almeirim, freguesia do concelho de Almeirim, lá voltou a 11 de Setembro de 1975, no final da sua comissão em Angola, por terras do Uíge. Ainda lá mora, na Rua João de Deus, e dele nada mais sabemos. Para ele, vai o nosso abraço de parabéns!
José Freire, 1º. cabo
clarim de A. Viçosa

Freire de Aldeia Viçosa, 66
anos Beire de Paredes !

O 1º. cabo clarim Freire, da 2ª. CCAV. 8423, a de Aldeia Viçosa, omemora 66 anos a 2 de Julho de 2018.
José Joaquim Pereira Freire, de seu nome completo, residia, ao tempo da mobilização para Angola, no lugar de Venda Nova, freguesia de Loredo, no concelho de Paredes, e lá regressou a 10 de Setembro de 1975. É habitual participante dos encontros dos Cavaleiros do Norte comandados pelo capitão miliciano José Manuel Criuz e vive agora em Beire, no mesmo concelho de Paredes (distrito do Porto), para ode vai o nosso abraço de parabéns!
O Raposo (de Zalala), o furriel Letras e o
Carlos Costa, o Mouraria (ambos de A. Vi-
çosa) e o Aires, de Zalala, que hoje faz 66 anos!

Aires, TRMS de Zalala, 66
anos na Baixa da Banheira!

O soldado Aires, da equipa de Transmissões da 1ª. CCAV. 8423, a da mítica Fazenda de Zalala, festeja 66 anos a 2 de Julho de 2018, hoje, e na Baixa da Banheira, concelho da Moita.
José Pereira da Costa Aires pertencia ao 2º. 
José Aires,
TRMS de Zalala

em 1974/75
Grupo de Combate, comandado pelo alferes miliciano Carlos João Sampaio, com os furriéis milicianos Mota Viana (depois substituído por Évora Soares?), Plácido Queirós e João Rito.
Não por acaso (mas, sim, pela gentil mão informática do furriel Carlos Letras) chegou-nos uma imagem actualíssima (acima) de Cavaleiros do Norte da 1ª. CCAV. e da 2ª. CCAV. 8423 - o Rogério Raposo, o António Carlos Letras, o Carlos Alberto de Abreu Costa (o Mouraria, que andava «desaparecido» desde 1975) e o Aires - esse mesmo, o que hoje faz 66 anos. Todos de transmissões, menos o Letras, que era de Operações Especiais, os Rangers.
O José Pereira da Costa Aires residia, ao tempo, na Baixa da Banheira, onde, de resto,  ainda mora (na Rua do Algarve). Para lá vão as nossas felicitações, pelo feliz dia de anos - o dos 60 mais meia dúzia!

domingo, 1 de julho de 2018

4 173 - Voluntários e PSPA de Angola sob comando do CCAV. 8423!

Os alferes milicianos António Garcia (falecido a 2 de Novembro de 1979),
Jaime Ribeiro, da CCS/BCAV. 8423, e João Leite, do Pelotão de Morteiros
42 81, que hoje festeja 66 anos nos Estados Unidos
O mês de Julho de 1974, na Zona de Acção (ZA) dos Ca-
valeiros do Norte do BCAV. 8423, co-
meçou com «a atri-
buição da respon-
sabilidade opera-
cional da OPVDCA do Dange e das 3ª. e 4ª. Companhias da PSPA/GR ao co-
mando operacional das forças militares em Subsector». Isto é, ao BCAV. 8423 e ao coman-
dante Carlos Almei-
da e Brito, a tempo tenente-coronel de Cavalaria!
Grupo de combatentes do Pelotão de Morteiros 4281,
que jornadeou com os Cavaleiros do Norte no Quitexe
A Organização Provincial de Voluntários da Defesa Civil de Angola (OPVDCA) e a 3ª. Companhia da Polícia de Segurança Pública de Angola/Guarda Rural (PSPA/
/GR) estavam aquarteladas na vila do Quitexe; a 4ª. Companhia da PSPA/GR em Vista Alegre. Passaram ao comando operacional do BCAV. 8423 «mercê de determinações superiores», como relata
O furriel José Maria Freitas Fer-
reira num momento de lazer
musical em terras de Angola
o livro «História da Unidade».

Acidente no Quibaxe

com 2 feridos de 

A 1 de Julho de 1974, há 44 anos, o furriel Freitas Fer-

reira e um condutor da 2ª. CCAV. 8423 foram vítimas do despiste de um Unimog, numa curva do Quibaxe. Seguiam numa coluna  comandada pelo capitão miliciano José Manuel Cruz e a viatura  caiu numa ravina, bem alta - numa curva para o quartel da Fazenda Maria Fernanda.
«Atravessou a estrada e caiu na ravina, eu rebolei até ao fundo, assim como o condutor», recorda-se o Freitas Ferreira, que, todavia, não se lembra do nome do condutor com ele acidentado.
Ambos feridos, o furriel ficou com uma perna e clavículas partidas, de tal modo que foi reclassificado como amanuense e colocado em Luanda - contra a vonta-de. «Gostava mais de ter continuado em Aldeia Viçosa, com os nossos compa-nheiros da Companhia», disse o Freitas Ferreira, que vive em Guimarães.
Capitão José Paulo Fer-
nandes, comandante da
3ª. CCAV. 8423

Cavaleiros da 3ª. CCAV.

reforçaram Carmona!

Um ano depois, a guarnição de Carmona, ainda a «viver» a ressaca dos acontecimentos da primeira semana de Junho, foi reforçada com um grupo de combate da 3ª. CCAV. 8423, ao tempo aquartelada no Quitexe.
A cidade capital do Uíge tinha insuficiente número de efectivos e em causa estava a segurança de pessoas e bens. Como, de acordo com o «História da Unidade», não tinha sido obtida do QG da RMA «a solução pretendida», entenderam as autoridades militares uíjanas por este tipo de reforço.
Ao tempo, ja estava iminente a rotação da 3ª. CCAV. 8423, que era comandada pelo capitão miliciano José Paulo Fernandes e deste 10 de Dezembro de 1974 estava no Quitexe, vinda da Fazenda Santa Isabel, onde chegara a 11 de Junho.

Alferes João Leite,
comandante do
PELMOR 4281
Leite, alferes dos Morteiros,
66 anos nos Estados Unidos !

alferes miliciano João Leite, comandante do Pelotão de Mor-teiros 4281, festeja 66 anos a 1 de Julho de 2018. 

Contemporâneo da CCS do BCAV. 8423, no Quitexe, o PELMOR 4281 de lá saiu a 10 de Janeiro de 1975, rodando para a ZMN (em Carmona), e terá concluído a sua comissão de serviço por volta de Julho deste mesmo ano, regressando a Portugal.
João Manuel Pacheco Leite era açoriano e emigrou para os Estados Unidos, onde é proprietário de uma empresa de distribuição de informação - a ABC Direct Inc. -, na Costa Leste, na Califórnia. Para lá vai o nosso forte abraço de parabéns!