| Alferes milicianos Jaime Ribeiro, Augusto Rodrigues e José Alberto Almeida. Os três da CCS do BCAV. 8423 |
Fazendo memória, lembremos que à CCS, no Quitexe e do capitão António Martins de Oliveira, foram atribuídos os GE´s 217 e 223.
A 2ª. CCAV. 8423, a de Aldeia Viçosa e do capitão miliciano José Manuel Cruz, recebeu o GE 222. À CCAÇ. 4145, a de Vista Alegre e unidade orgânica dos Cavaleiros do Norte, comandada pelo capitão Raúl Corte-Real, coube o GE 208.
Ao tempo (e até ao dia seguinte), a ZA dos Cavaleiros do Norte estava ainda sob responsabilidade do BCAÇ. 4211, mas já com praticamente todas todas as competências distribuídas. Obviamente, já se sabiam quais eram as subunidades associadas às unidades orgânicas do BCAV. 8423: a CCAÇ. 209/RI21essencialmente formada por militares angolanos, com quadros europeus e aquartelada na Fazenda do Liberato, comandada pelo capitão Victor Correia), a já referida CCAÇ. 4145 e o Pelotão de Morteiros 4281, comandado pelo alferes miliciano João Leite - que já estava instalado no Quitexe e por lá esteve até finais de Dezembro de 1974.
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| Emblema do BC12 |
NT´s isoladas e preocupadas,
Um ano depois, em Junho de 1975, consolidava-se gradualmente a estabilidade pública em Carmona, cidade de onde foram retirados os elementos afectos ao MPLA - que ali foi militarmente derrotado pela FNLA -, evacuados para Luanda.
Os Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423, então já reforçados pela 1ª. CCAV. 8423 (que rodara do Songo), mantinham as linhas de segurança essenciais, embora a custo de muitos sacrifícios e intermináveis horas de serviço operacional. E com fartas objeções da FNLA.
«Mais do que nunca, as NT estão a viver no reino da FNLA, isoladas, preocupadas, e quase sem encontrar motivações justificativas da sua estada, salvo que entendem de dever e necessária a sua permanência», sublinha o Livro da Unidade, reportando este tempo de há 42 anos.
Ao tempo, era também bem evidente a animosidade de boa parte da comunidade civil branca, que não se dispensava de criticar e julgar a posição militar - embora esta (os Cavaleiros do Norte) ali se mantivesse atenta e sempre disponível para tudo o que «desse e viesse», até ao limite do possível.
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| José Alberto Almeida, Cônsul de Mar- rocos no Algarve, condecorado pela Embaixadora Karima Benyaïch |
Alferes Almeida, 78
anos em Albufeira!
O alferes miliciano José Alberto Alegria Martins de Almeida foi Cavaleiro do Norte da CCS do BCAV. 8423 e amanhã festeja de anos: faz 78, no Lageado, em Albufeira.
O alferes Almeida chegou ao Quitexe em Julho de 1974 e foi o oficial de reabastecimentos e de Justiça do BCAV. 8423. Natural de Oliveira de Azeméis, já ao tempo vivia em Albufeira e lá voltou a 8 de Setembro de 1975, terminada a (nossa) jornada africana do Uíge Angolano - enquanto Cavaleiros do Norte.
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| O alferes Almeida no Quitexe (1974) |
Aos 78 anos, que amanhã comemora!..., continua profissionalmente activo e para ele vai o nosso abraço! Parabéns!





















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