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Alberto Ferreira, o 1º. cabo João Pinto, Francisco Madaleno e João Marcos, todos atiradores do PELREC |
A licença era habitualmente concedida imediatamente antes do embarque de tropas para o ultramar - embora, na altura, os mobilizados do BNCAV. 8423 nem sequer soubessem, ainda, data da partida.
Que, de resto, até viria a ser marcada e adiada.
A licença era de 10 dias e «acabou por por ser aumentada, de tal modo que só a 22 de Abril se voltou a reencontrar todo o pessoal do Batalhão, para dar efectivação à instrução operacional», como se lê no livro «História da Unidade». Instrução que, devido ao movimento do 25 de Abril, de tal modo foi sendo adiada que só a 2 de Maio se decidiu nova data - agora entre 3 e 10 de Maio.
A licença era de 10 dias e «acabou por por ser aumentada, de tal modo que só a 22 de Abril se voltou a reencontrar todo o pessoal do Batalhão, para dar efectivação à instrução operacional», como se lê no livro «História da Unidade». Instrução que, devido ao movimento do 25 de Abril, de tal modo foi sendo adiada que só a 2 de Maio se decidiu nova data - agora entre 3 e 10 de Maio.
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