CAVALEIROS DO NORTE!! Batalhão de Cavalaria 8423, última guarnição militar portuguesa nas terras uíjanas de Quitexe, Zalala, Aldeia Viçosa, Santa Isabel, Vista Alegre, Ponte do Dange, Songo e Carmona! Em Angola, anos de 1974 e 1975!

segunda-feira, 6 de julho de 2026

A morte do padre Sanches, que foi capelão militar no Quitexe!

O alferes miliciiano Sanches (no Quitexe)
José Sanches Pires


O padre José Sanches Pires faleceu ontem, domingo e 5 de Julho de 2026, de doença e aos aos 89 anos. Foi capelão militar no Quitexe, com a patente de alferes miliciano e integrado no Batalhão de Cavalaria 1917 - antecessor do BCAV. 8423 (em 1967/1969).
A Câmara Municipal de Castelo Branco decretou um dia de luto municipal para segunda-feira, hoje - quando, na Igreja de Nossa Senhora de Fátima se celebrarão as laudes (às 8,30 horas) e a missa (9,30), seguindo o cortejo fúnebre para o cemitério Castelo Branco.

José Sanches Pires nasceu a 5 de abril de 1937, em Fóios,
O padre Sanches
no concelho do Sabugal. Frequentou o Seminário Menor Redentorista de Cristo Rei, em Vila Nova de Gaia, durante 6  anos, e, em 1955 partiu, para a Espanha, onde fez o noviciado e o seminário maior. Foi ordenado sacerdote em Valladolid, no dia 9 de Setembro de 1962.
Um ano depois, regressou a Portugal e integrou-se nas Comunidades Redentoristas de Guimarães e do Porto, dedicando-se à evangelização itinerante por várias dioceses, até que se radicou em Castelo Branco, onde construiu uma obra que é referência na cidade na área da Educação, além do serviço pastoral e outros serviços que fazem a história do Centro Social Padres Redentoristas na capital da Beira Baixa.
Ser padre foi uma missão que abraçou e sempre cumpriu com entusiasmo. «Sinto-me feliz por ser padre e fazer parte da grande família Redentorista. Agradeço a Deus esta vocação e os pais que me deu. A minha gratidão sincera a todas as pessoas com quem partilhei a minha vida de padre. Com todas quero continuar a minha missão», testemunhou ao Reconquista por ocasião dos seus 50 anos de sacerdócio.
A Câmara Municipal de Castelo Branco, na sua nota de pesar, lembrou o «impacto do seu trabalho em prol da comunidade» que foi «amplamente reconhecido, tendo sido duplamente distinguido com a Medalha de Ouro da Cidade de Castelo Branco: em 1993, pela Câmara Municipal e, em 2016, pela Junta de Freguesia, reconhecimentos que refletem a dimensão do legado que ajudou a construir».
RIP!!!

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