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| Condutores da CCS do BCAV. 8423: Henrique Esgueira, António Gonçalves (falecido a 27/04/2020, de doença e em Lamego) e José A. Gomes |
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| Um helicóptero na Fazenda Santa Isabel, a da CCAV. 8423 (data desconhecida) |
A imprensa da quarta-feira de 17 de Setembro de 1975, há precisamente 51 anos, noticiava que «a calma é (era) total em Luanda».
Assim titulava o «Diário de Lisboa» desse dia de há 51 anos.
Já os Cavaleiros do Norte estavam em Portugal, desde há um pouco mais de uma semana.
A cidade capital de Angola estava militarmente controlada pelo MPLA e suas Forças Armadas Populares de Libertação de Angola (FAPLA) - o seu braço armado.
Cidade de onde, também, se confirmava que «o êxodo da população branca há várias dias que vem enfraquecendo».
A véspera tinha sido tempo de o representante da UTA ser surpreendido, segundo o relato do «Diário de Lisboa», por «não encontrar qualquer passageiro para o voo diário fretado pelo Governo Francês, com destino a Lisboa».
Um Boeing 707 da Força Aérea Alemã e um Liunchym da Alemanha de Leste «tinham embarcado os desalojados inscritos nos seus voos».
O dia 15 de há 51 anos foi também tempo para se iniciarem «os voos directos para o Porto», devido ao congestionamento do aeroporto de Lisboa e evacuando desalojados de Angola. Lá chegou um avião da TAP com 160 passageiros, logo levados para a Fábrica de Conservas Serrano, em Matosinhos, «onde lhe foram prestados os primeiros serviços de assistência».
A FNLA (e o seu ELNA), de Holden Roberto, estava limitada aos seus bastiões do norte: as cidades de Ambriz e Carmona. A «nossa» Carmona!
A cidade capital de Angola estava militarmente controlada pelo MPLA e suas Forças Armadas Populares de Libertação de Angola (FAPLA) - o seu braço armado.
Cidade de onde, também, se confirmava que «o êxodo da população branca há várias dias que vem enfraquecendo».
A véspera tinha sido tempo de o representante da UTA ser surpreendido, segundo o relato do «Diário de Lisboa», por «não encontrar qualquer passageiro para o voo diário fretado pelo Governo Francês, com destino a Lisboa».
Um Boeing 707 da Força Aérea Alemã e um Liunchym da Alemanha de Leste «tinham embarcado os desalojados inscritos nos seus voos».
O dia 15 de há 51 anos foi também tempo para se iniciarem «os voos directos para o Porto», devido ao congestionamento do aeroporto de Lisboa e evacuando desalojados de Angola. Lá chegou um avião da TAP com 160 passageiros, logo levados para a Fábrica de Conservas Serrano, em Matosinhos, «onde lhe foram prestados os primeiros serviços de assistência».
A FNLA (e o seu ELNA), de Holden Roberto, estava limitada aos seus bastiões do norte: as cidades de Ambriz e Carmona. A «nossa» Carmona!



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