CAVALEIROS DO NORTE!! Batalhão de Cavalaria 8423, última guarnição militar portuguesa nas terras uíjanas de Quitexe, Zalala, Aldeia Viçosa, Santa Isabel, Vista Alegre, Ponte do Dange, Songo e Carmona! Em Angola, anos de 1974 e 1975!

domingo, 21 de fevereiro de 2021

5 346 - Funeral do 1º. cabo Viana é amanhã de Fânzeres para o Porto!

Damião Augusto das
Neves Viana. A morte aos
69 anos. RIP!!!

O 1º. cabo Diogo Viana
militar em 1974/1975


O funeral do 1º. cabo Damião Augusto das Neves Viana está marcado para amanhã, dia 22 de Fevereiro de 2021.
O velório decorrerá a partir das 8 horas, na Capela da Ressurreição, anexa à Igreja de S. Cosme, em Gondomar de onde, às 14,30 horas, o cortejo fúnebre seguirá para o cemitério do Prado do Repouso, no Largo do Padre Baltazar Guedes, da cidade do Porto.
O Damião Viana «quer que o seu nome seja pronunciado como sempre foi, sem nenhum traço de 
sombra ou tristeza... Em PAZ», escreveu Fernanda
A Família Damião Viana
Grilo Viana, a viúva, na sua página de facebook.

Doença prolongada
e do foro oncológico

O nosso companheiro da jornada africana do nortenho Uíge de Angola foi 1º. cabo escriturário de carreira militar da CCS do BCAV. 8423, os Cavaleiros do Norte do Quitexe.
Faleceu de doença prolongada e do foro oncológico na manhã de hoje, 21 de Fevereiro de 2021, quando estava internado no Hospital de Santo António, no Porto e já desde a passada quinta-feira (dia 18).
Deixa viúva, Fernanda Grilo Viana, e dois filhos: Ana Sofia e Luís Miguel Viana - quem abraçamos neste seu (e nosso) momento de dor e luto.
O velório e cerimónias fúnebres decorrerão de acordo com as normas da DGS e para o Crematório do Prado do Repouso. RIP!!!

5 345 - A morte, hoje, do 1º. cabo Damião Viana da CCS do BCAV. 8423!

Cavaleiros do Norte na baixa de Luanda, em 1974, todos 1ºs. cabos: João Estrela,
  António Medeiros (já falecido), Miguel Teixeira, Damião Viana (hoje falecido) e
Vieira (Vasquinho)
 
Damião Viana a 19 de Janeiro
de 2021, quando festejou
69 anos!

Cavaleiros do Norte
de luto pela morte 
do 1º. cabo Viana
O 1º. cabo Viana, da CCS do BCAV. 8423, faleceu na madrugada de hoje, dia 21 de Fevereiro de 2021, vítima de doença prolongada.
Damião Augusto da Neves Viana foi escriturário de especialidade militar e serviu os Cavaleiros do Norte por toda a jornada africana do norte de Angola e terras uíjanas do Quitexe e Carmona.
Cumprida a missão de 15 meses que por lá o(nos) levou, regressou a Portugal e a Valbom, do município de Gondomar, a 8 de Setembro de 1975. Onde nasceu a 19 de Janeiro de 1952.
Companheiro dos bons, muito discreto e sóbrio, sempre prestável e não se dispensando de partilhar as suas emoções e saudades do seu chão, da família e dos amigos, por lá desempenhou as suas funções militares com eficiência e zelo. Já em Portugal, constituiu família e fez carreira profissional na área da ourivesaria. 
Residia em Fânzeres, também de Gondomar.
O 1º. cabo Damião Viana
em 1974/75 e em  Angola

Doença oncológica
e (já) prolongada !

A 19 de Janeiro deste ano de 2021, AQUI lembrámos os 69 anos que nesse dia comemorava e para ele mandando o nosso abraço de parabéns, que era também o abraço gigantesco de todos os Cavaleiros do Norte da CCS do BCAV. 8423.
Mal suspeitávamos da doença que lhe minava o corpo, doença oncológica e já prolongada, que o foi fragilizando - até à madrugada de hoje, quando estava internado no Hospital de Santo António, no Porto.
Deixa viúva Fernanda Grilo (Nina) e dois filhos: Ana Sofia e Luís Miguel Viana.
Grande abraço para eles, solidário e já embrulhado na saudade de um bom companheiro da nossa jornada africana do Uíge nortenho de Angola.
RIP!!
- PS: Assim que soubermos, daremos notícia da
hora e local dos serviços fúnebres.


sábado, 20 de fevereiro de 2021

5 344 - Comandante do BCAV. 8423 a ultimar os aspectos da rendição do BC12 !

Cavaleiros do Norte no Quitexe: 1º.s cabos Soares (já falecido), Oliveira e Pais,
 furriel Rocha, 1º. cabo Estrela (bra
ços cruzados), Silva(de quico), alferes Hermida
(de bigode), Zambujo (idem), furriel Pires (TRMS), Felicíssimo (da 
1ª. CCAV.), 1º. cabo
Mendes, Soares, 1º. cabo Pires (Fecho-eclair?, de mão no queixo) e NN. À frente, 

NN, Costa, 1º. cabo Salgueiro, furriel Cruz e 1º. cabo Tomás. Quem identifica os NN?

Cavaleiros do Norte do PELREC: Ferreira, 1º. cabo
Jorge Vicente (de bigode e tronco nu, falecido  
  21/01/1997, de doença) e Victor Francisco (atrás),
João Marcos (tapado), furriéis Francisco Neto e
José Monteiro (à civil), 1º. cabo Joaquim Almeida 
(f. a 28/02/2009, de doença) e NN cortado). À
frente, Aurélio (Barbeiro, de cerveja na mão)
e Leal (f. a 18/06/2007, de doença)

O tenente-coronel Carlos Almeida e Brito, comandante do BCAV. 8423, voltou a Carmona e á Zona Militar Norte (ZMN), no dia 20 de Fevereiro de 1975, de novo para «ultimar os aspectos da rendição do BC12», para onde, eventualmente, iriam rodar os Cavaleiros do Norte.
Assim viria a ser, mas tudo estava por definir nesse tempo de há 46 anos - quando a Unidade era requerida, também, pela Região Militar de Angola (RMA), aparentemente para  reforçar no Comando Operacional de Luanda (COPLAD) e/ou as Forças Militares Mistas.
Os tempos uíjanos desse tempo há 46 anos continuavam muito serenos, sem incidentes especiais, controlando as escaramuças que se repetiam entre ex-combatentes da FNLA e do MPLA - ora no Quitexe, onde ao tempo jornadeavam a CCS do capitão António Martins de Oliveira (oficial do SGE) e a 3ª. CCAV. 8423 - a do capitão miliciano José Paulo de Oliveira Fernandes, que a 10 de Dezembro tinha rodado da Fazenda Santa Isabel - a uns 40 quilómetros. 
O mesmo acontecia com as guarnições de Aldeia Viçosa (a da 2ª. CCAV. do capitão miliciano José Manuel Cruz) e Vista Alegre e Ponte do Dange (da 1ª. CCAV., do capitão miliciano Davide Castro Dias). E, sempre, quando se encontravam umas com as outras. Era, evidentemente, a consequência da formação cultural e social dos Cavaleiros do Norte e também, vale a pena, pelo «espírito de corpo (...) coeso, disciplinado e disciplinador» fomentado no período de formação do BCAV., um ano antes, precisamente, no destacamento do RC4 do Campo Militar de Santa Margarida.
Cavaleiros do Norte de Zalala, da 1ª. 
CCAV. 8423: João (Cigano) e Neves
(Bo
linhas), em cima; Raposo (que
hoje faz 69 anos) e furriel Louro


Eleições em Portugal para a
Assembleia Constituinte



O tempo quitexano dessa quinta-feira de há 46 anos, dia 20 de Fevereiro de 1975, também não foi de grandes novidades por terras da Angola que se preparava para ser independente - para além dos já repetidos incidentes entre a gente armada dos três movimentos.
Um pouco por todo o território e nalguns casos com mortos e feridos, sempre a lamentar
Portugal, entretanto, começava a preparara-se para as primeiras eleições pós-25 de Abril - as da Assembleia Constituinte - e começaram a conhecer-se alguns nomes, os dos primeiros candidatos, nomeadamente os do (já extinto) MDP/CDE.
Algumas curiosidades por lá tivemos nota: as candidaturas do futebolista Artur Jorge, internacional que mais mais tarde viria a ser treinador do FC Porto, do Benfica, PSG e outros clubes, para além da seleção nacional (em 14º. lugar, por Lisboa), e do cantor Manuel Freire (por Aveiro). E as de Pereira de Moura, José Tengarrinha e Alice Vieira (por Lisboa).

António Clara Pereira (que faleceu há 3
anos), Francisco António e António
Simões no Encontro de 2017, no RC4


Pereira, mecânico-auto
da CCS, faleceu há 3 anos !

António Clara Pereira, soldado mecânico-auto da CCS, faleceu a 21 de Fevereiro de 2018, vítima de doença.
Cavaleiro do Norte do Quitexe e Carmona, regressou a Portugal a 8 de Setembro de 1975, fixando-se na sua natal Carregueira, concelho de Mação. Fez carreira profissional na área da prospeção de petróleo, o que, ano atrás de ano, sempre o impediu de participar nos encontros anuais da CCS.
Aposentado, «mobilizou-se» para o efeito e, feliz da vida e sorrisos rasgados, participou no encontro de 2017, que se realizou no RC4 - a unidade mobilizadora do BCAV 8433.
Mal sabia(mos) que seria a primeira e última vez. Um galopante tumor no fígado «faleceu-o» a 21 de Fevereiro de 2018, menos de um ano depois.
Hoje o recordamos com saudade! RIP!!!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

5 343 - A rotação do BCAV. 8423 para Carmona! A rendição do BC12!

Cavaleiros do Norte da 1ª. CCAV. 8423, a de Zalala, em momento tranquilo e bem
disposto: Fernando Coelho, Rogério Raposo, José Aires e o 1º. cabo Carlos Ferreira

O capitão José Paulo Falcão, o clarim Armando
Silva e o comandante Carlos Almeida e Brito

O comandante Almeida e Brito deslocou-se ao comando da Zona Militar Norte (ZMN), em Carmona, no dia 19 de Fevereiro de 1975, desta feita para «ultimar aspectos da rendição do BC12» - o futuro quartel do BCAV. 8423.
Ao tempo, e face a essa «rotação do BCAV e das suas subunidades» e também porque «estas estavam a braços com grandes problemas no respeitante às suas cargas», o comandante «não realizou as visitas que, do antecedente, se verificavam, deixando assim liberdade de actuação» as respectivos comandos.
Ao tempo, as escoltas ao tenente-coronel e comandante Almeida e Brito eram invariavelmente asseguradas pelo PELREC ou pelo Pelotão de Sapadores e os seus homens, nestas deslocações à cidade, aproveitavam para fruir dos lazeres e prazeres que ofereciam e que não existiam pelo Quitexe. Deixavam as armas na arrecadação da ZMN e só voltavam para as levantar na hora do regresso à vila onde se aquartelava o comando e a CCS dos Cavaleiros do Norte. Por este tempo de 1975, também a 3ª. CCAV. 8423, a da Fazenda Santa Isabel - que lá tinha chegado a 10 de Dezembro de 1974.

Raposo de Zalala,
69 anos em Sintra!

O soldado Rogério Silvestre Raposo, Cavaleiro do Norte da 1ª. CCAV. 8423, a da Fazenda Maria João, a de Zalala,  festeja 69 anos a 20 de Fevereiro de 2021.
Especialista de transmissões de infantaria da 1ª. CCAV. 8423 e depois de Vista Alegre/Ponte do Dange, Songo e Carmona, voltou a Portugal no dia 10 de Setembro de 1975 e lá voltou e trabalhou por mais de 20 anos, numa empresa portuguesa localizada em Viana, depois do Campo Militar do Grafanil.
Hoje, quando festeja 69 anos, aqui lhe deixamos o nosso abraço de parabéns!
- «O Raposo de Zalala que voltou a Angola» - Ver AQUI
José Silva da
Chandragoa


Silva da Chandragoa
faleceu há 3 anos!

O quitexano José Silva, que foi sócio-gerente da Fazenda Chandragoa, faleceu há 3 anos - dia 19 de Fevereiro de 2018.
Os Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423 muitas vezes foi anfitrionado pela sua gentiliza e fornecidos do famoso peixe tilápia, de que era produtor.
Originária da Valpaços, a Família Silva radicou-se no Quitexe em 1970 mas já era uíjana desde 1955. Em Carmona, tinha sapatarias na Rua do Comércio (frente à Ourivesaria Cunha), na Avenida Portugal (frente ao Bar do Eugénio) e na Rua da República (próximo do Tribunal). O filho Manuel (Zeca) mora em Sines.
Hoje o lembramos com saudade. RIP!!!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

5 342 - Exercícios finais da Escola de Recrutas, há 47 anos e na Mata do Soares!

Cavaleiros do Norte em Santa Margarida, há 47 anos, por altura de formação do BCAV. 8423,
 todos milicianos: furriéis Mota Pinto  Eusébio Martins (falecido a 16de Abril de 294, de doença
e em Belmonte), alferes Sampaio e furriel Plácido Queirós. Viriam a fazer parte da 1ª. CCAV.
8423, a de Zalala

O 1º. cabo Fernando Soares (já falecido), Dionísio
  Baptista e João Marcos, do PELREC, no dia do
adeus ao Uíge e já no aeroporto de Carmona. A 3
de Agosto de 1975 

A 18 de Fevereiro de 1974 - uma segunda-feira de há 47 anos!!!... -, os então futuros Cavaleiros do Norte iniciaram «os exercícios finais da Escola de Recrutas».
A instrução, como ontem já aqui lembrámos, decorreu na «tão conhecida Mata do Soares», nos arredores do Campo Militar de Santa Margarida - onde se aquartelava o Regimento de Cavalaria nº. 4 (RC4), a unidade mobilizadora do BCAV. 8423.
O (nosso) Batalhão de Cavalaria 8423 estava aquartelado no Destacamento do dito RC4, onde os primeiros contactos formais, enquanto unidade e para os quadros operacionais,tinham acontecido a 8 de Janeiro - seguindo-se, gradualmente, a apresentação dos especialistas.
«Completou-se, desse modo, a primeira parte da chamada instrução especial», refere o livro «História da Unidade».
A instrução dessa semana de há 47 anos deu lugar a «um ligeiro interregno», forma semântica de se chamarem os 10 dias de férias correspondentes ao «prémio» de mobilização para teatro de guerra - para Angola, no nosso cas!

Notícia do Diário de Lisboa de 18 de
Fevereiro de 1975, sobre as Comissões
Populares de Bairro do MPLA
20 mortos e muito
feridos em Luanda

Um ano depois, já em Angola e com os Cavaleiros do Norte no Uíge, a FNLA exigia do Governo de Transição, segundo leio no Diário de Lisboa, «a dissolução imediata das chamadas comissões populares de bairro», afectas ao MPLA, garantindo que «continuará a rejeitar todo e qualquer acto susceptível de provocar uma guerra fratricida».
A situação, por outro lado e ainda segundo a FNLA, «não permitirá a instalação de um clima de insegurança e de anarquia no país».
Continuava a questão Chipenda/MPLA e Lúcio Lara, chefe da delegação de Luanda deste movimento, acusou o dissidente de «se vender aos interesses estrangeiros» e de «lançar a instabilidade no nosso país». Considerou também que «os elementos da Facção Chipenda são veteranos de guerra contra o colonialismo português» e exortou-os a «lutar patrioticamente por uma Angola melhor, mas sem armas ou pelo menos sem armas que ameacem o nosso povo».
Os partidários de Daniel Chipenda tinham sido expulsos de Luanda na 5ª.-feira anterior (dia 13 de Fevereiro), pelas forças do MPLA que, como reportava o Diário de Lisboa do dia 18, «invadiram os escritórios que ocupavam na capital». Mortos, foram 20 e muitos feridos!
imperialismo e «o seus agentes».
Manuel Oliveira

Oliveira de Aldeia Viçosa,
faz 69 anos em Penafiel !

O soldado Manuel Joaquim Martins de Oliveira, da 2ª. CCAV. 8423, festeja 69 anos a 18 de Fevereiro de 2021.
Cavaleiro do Norte de Aldeia Viçosa e com a especialidade de cozinheiro, regressou a Portugal no dia 10 de Setembro de 1975, ao lugar de Serra, na freguesia de Canelas, município de Penafiel, sua terra natal. Ali continua a viver, aposentado e depois de uma vida profissional como motorista de longo curso.
O AVC que sofreu em 2000 levou-o a antecipar a aposentação, já há 20 anos (em 2001) e continua a viver em Canelas, sendo participante habitual dos encontros anuais da CCAV. 8423.
 
Os nossos parabéns!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

5 341 - A véspera, há 47 anos, dos exercícios finais da Escola de Recrutas em Santa Margarida

Cavaleiros do Norte da 3ª. CCAV, 8423, todos furriéis milicianos e à porta do bar
«A Cubata», na Fazenda Santa Isabel: Fernandes, Guedes (falecido a 16 de Abril
 de 1998, em Lisboa), José Querido e Agostinho Belo - que hoje festeja 69 anos,
 no Retaxo (Castelo Branco)

Furriéis milicianos à porta da messe de sargentos do Quitexe.
Atrás, Fernando Pires (que hoje festeja 69 anos em S. Domingos
 de Rana) e Costa (Morteiros), Graciano, Fernandes, Carvalho,
Rocha e 1º. sargento Marchã. Ao meio, Cardoso, G. Lopes, NN 
(de boca tapada) e Viegas. À frente, Abrantes (de cachimbo),
Rabiço e Bento 


A noite de 17 de Fevereiro de 1974, um domingo há 47 anos, foi tempo de os mobilizados do BCAV. 8423 começarem a chegar ao Destacamento do RC4, a partir de onde, na manhã seguinte, iam começar os exercícios finais da Escola de Recrutas. 
Até à sexta-feira seguinte, dia 22, pela Mata do Soares adentro, sem hora e sem nada planificado, do conhecimento dos jovens futuros combatentes e Cavaleiros do Norte do Uíge angolano.
 A chegada dos mais de 300 homens ao Campo Militar de Santa Margarida, onde se aquartelava o RC4 (a nossa unidade mobilizadora), foi a conta-gotas e prolongou-se pela noite fora, até à madrugada do dia 18 - de comboio, autocarro, automóvel e até de motorizada. De todo o lado do Portugal europeu. 
Os também chamados exercícios de campo, segundo a Ordem de Serviço nº. 4, do RC4, de 6 de Março de 1974, envolveram já os quadros não especialistas - os futuros atiradores de Cavalaria, ao tempo integrantes de três Esquadrões de Instrução (4º., 5º. e 6º.), que seriam as futuras 1ª. CCAV., 1ª. CCAV. e 3ª. CCAV. 8423.
O Pelotão de Reconhecimento, Serviços e Informação - o PELREC - apenas tinha quatro quadros: os milicianos e futuros alferes Garcia e furriéis Monteiro, Viegas e Neto. O 1º.s cabos e soldados seriam depois «mobilizados» das três companhias operacionais para a CCS.

Belo, furriel de Santa
Isabel, 69 anos no Retaxo!

furriel miliciano Agostinho Pires Belo, da 3ª. CCAV. 8423, comemora 69 anos a 17 de Fevereiro de 2021.
Vagomestre de especialidade militar, foi Cavaleiro do Norte da Fazenda Santa Isabel - e depois do Quitexe e Carmona -, tendo regressado a Portugal no dia 11 de Setembro de 1975 - no final da sua jornada africana que o levou por terras do norte uíjano de Angola. 
Profissionalmente, fez carreira como funcionário público (de Finanças) e, já aposentado há vários anos, mora no seu natal Retaxo, em Castelo Branco.
O nosso abraço de parabéns vai para, embrulhado no desejo de que esteja de boa saúde e melhor disposição.
Fernando Pires
em 2019


Pires, furriel dos Morteiros, 67
anos em S. Domingos de Rana!

O furriel miliciano Pires, do Pelotão de Morteiros 4281, festeja 69 anos a 17 de Fevereiro de 2021.
Fernando de Freitas Reimão Pires é natural do Porto e foi profissional da GNR, atingindo a patente de sargento-mor, depois de várias e sucessivas missões militares que o levaram a vários teatros de guerra espalhados pelo mundo. A Timor e Bósnia, por exemplo.
Agora aposentado, mora em S. Domingos de Rama, no município de Cascais, para onde vai o nosso abraço de parabéns!





terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

5 340 - BCAV. 8423 com responsabilidades honrosas mas extremamente difíceis e complexas...

Cavaleiros do Norte da 1ª. CCAV. 8423, a da Fazenda Maria João, em Zalala.
Assinalado com a sete vermelha, está o 1º. cabo enfermeiro José Manuel do
 Carmo Leal, que hoje festeja 69 anos em Vila Nova de Gaia
 
Futebol da 3ª. CCAV. 8423, a de Santa Isabel. De pé e 
nas pontas, parecem-nos os furriéis milicianos João
Cardoso, à esquerda, e Agostinho Belo. Serão? E
quem identifica os restantes?

O domingo de 16 de Fevereiro de há 46 anos foi vivido com tranquilidade pelas terras uíjanas do norte de Angola, por onde jornadeavam os Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423.
Ao tempo, e já depois da Cimeira do Alvor, era «intensa a politização dos movimentos emancipalistas», o que, é bom de ver e segundo o livro «História da Unidade», «virá trazer-nos responsabilidades , honrosas por um lado, mas extremamente difíceis e complexas, por outro».
As operações militares pelas matas uíjanas, os suores de medos e os arrepios sentidos nos trilhos e picadas, as patrulhas e escoltas, já estavam para trás, mas sucediam-se pequenas escaramuças entre os movimentos (e dos dos seus militantes armados), que, todavia, os Cavaleiros do Norte sempre resolviam, impondo a sua autoridade. 
Autoridade nem sempre compreendida, é verdade, mas que serenamente era assumida em  nome da defesa e segurança de pessoas e bens.
Actualidade do tempo, e já com o Comando do Sector do Uíge extinto (no anterior dia 13), era cada vez mais expectada (e desejadíssima), rotação do BCAV. 8423. Segundo o livro «História da Unidade», «agora com a pressa de uma rápida e imediata mudança para o BC12», na então cidade de Carmona - agora Uíge e capital da província do mesmo nome.
A mudança era do «agrado geral» para os militares e, na prática, mais um passo no caminho do regresso a Portgal e aos seus chãos natais.
José M. Leal, 1º.
cabo de Zalala

Leal, enfermeiro de Zalala,
69 anos em VN de Gaia !

O 1º. cabo José Manuel do Carmo Leal, enfermeiro da 1ª. CCAV. 8423, a da Fazenda Maria João, em Zalala, festeja 69 anos a 16 de Fevereiro de 2021.
Natural de S. Mamede de Infesta, em Matosinhos, lá regressou a 9 de Setembro de 1975, quando terminou a sua comissão militar em Angola. trabalhou como empregado de armazém e problemas de saúde levaram  a que já por duas vezes fosse operado no IPO do Porto e, por isso, antecipasse a reforma Vive agora em Vila Nova de Gaia e para lá e para ele vai o nosso sentido abraço de parabéns!
João Lino de
Oliv. Silva
,



Lino de Santa Isabel faria 69
69 anos. Faleceu em 1983 !

O soldado Lino, atirador de Cavalaria João Lino Oliveira da Silva, da 3ª. CCAV. 8423, festejaria 69 anos a 16 de Fevereiro de 2021. Faleceu a 10 de Março de 1983, vítima de acidente de viação.
João Lino Oliveira da Silva regressou a Portugal e a Torre do Bispo, em S. Vicente de Paul (Santarém), no dia 11 de Setembro de 1975 e trabalhou em tubos de PVC (na Ipetex, em Vila Chão de Ourique, no Cartaxo), para além de, em horas vagas, trabalhar na sua oficina de motorizadas. A 10 de Março de 1983 - apenas três meses após o seu casamento... -, seguia de motorizada, em S. Pedro (Portela das Padeiras) e foi atropelado por um camião no cruzamento de Santarém para Rio Maior. Passou-lhe por cima e teve morte imediata.
Hoje, quando faria 69 anos, aqui lembramos este companheiro da jornada angolana do Uíge. Até um destes dias, João Lino!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

5 339 - Cavaleiros do Norte a matar saudades ! Incidentes em Luanda com 20 mortos!

Cavaleiros do Norte de Zalala, já em Vista Alegre e em momento de descontração musical.
Quem será o da «barbas» da esquerda? De costas, o alferes Sousa (a tocar viola e a tapar
o 1º. cabo Ferreira, Fião (?), 1ºs. cabos Ângelo Lourenço e Victor Cunha 
 (enfermeiro,
a dar biberon ao bebé do casal Sousa), Celestino Eira e a esposa do alferes Mário  Sousa

Alferes José Alberto Almeida,
oficial de reabastecimentos,
numa fazenda dos arredores
do Quitexe

Capa do livro
«História da
Unidade»
 
Há 46 anos, os dias de Fevereiro de 1975 iam passando com alguma folga e convívios inter-militares, para ajudar a matar as saudades dos chãos natais dos Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423.
O dia-a-dia ia sendo riscado no calendário da sua jornada africana do Uíge angolano e sem alterações muito substantivas nas suas rotinas: serviços internos, curtos patrulhamentos e escoltas.

«A actividade operacional manteve as características anteriores, com muitas visitas a fazendas e povos, o que levava a percorrer a rede estradal à nossa responsabilidade com elevada frequência», regista o livro «História da Unidade», de que nos socorremos para fazer memória desses dias de jornada africana pelo uíjano norte de Angola.

Actividade operacional que, recordemos, desde o dia 13 estava dependente da Zona Militar Norte (ZMN), por extinção do Comando do Sector do Uíge (CSU), instituições militares instaladas em Carmona - a capital do Uíge e assim chamada depois da independência, adoptando o seu nome gentio.

Daniel Chipenda (Revolta do Leste), o
jornalista argelino Boubakar Adjali
Kapiaça e Agostinho Neto (MPLA)


Incidentes em Luanda
com 20 mortos !

As principais atenções dos Cavaleiros do Norte, por esse tempo, estavam viradas para os acontecimentos de Luanda, onde forças da Revolta do Leste (a Facção Chipenda) e do MPLA se envolveram em tiroteio - quando estas se aproximaram da delegação «chipenda» - e morreram pelo menos 20 pessoas e ainda maior número de feridos.
«Forças militares mistas, constituídas pelo Exército Português e forças do MPLA, da FNLA e da UNITA, continuam a ocupar as instalações o Grupo Chipenda», relatava o Diário de Lisboa de 15 de Fevereiro de 1975, um sábado, enquanto «forças da FNLA e da UNITA guardam o Hospital de S. Paulo, onde se encontra os feridos, entre os quais sete partidários de Chipenda»
Quanto a Daniel Chipenda, desconhecia-se o paradeiro, admitindo-se, porém, que «teria já abandonado Angola».
O líder da Revolta do Leste tinha entrado dois meses antes pela fronteira leste, com cerca de 3000 homens armados, e os seus partidários ocupavam várias instalações em Luanda. Um informador militar português, entretanto e segundo o Diário de Lisboa, «desmentiu notícias postas a circular em Luanda, de que as forças de Chipenda teriam atacado um hospital do MPLA no Luso».
Assim ia a Angola de há 46 anos, fazendo caminho para a independência.
Fazenda de Zalala

Martinho, cozinheiro de Zalala,
faz 69 anos em Andorra !

O soldado cozinheiro Júlio Manuel Tavares Martinho, da 1ª. CCAV. 8423, festeja 69 anos a 15 de Fevereiro de 2021.
Cavaleiro do Norte da mítica Fazenda Maria João, a de Zalala, e depois de Vista Alegre/Ponte do Dange, Songo e Carmona, regressou a Portugal e a Felgueira Velha, povoação da freguesia de Seixo de Beira, em Oliveira do Hospital, no dia 9 de Setembro de 1975. Sabemos que tem estado emigrado em Andorra e para lá, ou para Oliveira do Hospital, vai o nosso abraço de parabéns!


domingo, 14 de fevereiro de 2021

5 338 - Calma pelo norte uíjano e ataque do MPLA à Facção Chipenda!

Cavaleiros do Norte da CCS na caserna do PELREC, no Quitexe. Atrás, Florêncio,
 Messejana, Marcos(de cigarro na boca), 1º. cabos Cordeiro e Soares, NN, 1º. 
cabo Vicente  (de tronco nu, falecido a 21/01/1997, de doença e em Vila 
Moreira, Alcanede), NN, Francisco (cigarro na boca e cerveja na mão) e 1º. 
cabo Almeida (cigarro na boca, f. a 28/02/2009, de doença e em Penamacor). 
À frente, 1º. cabos Almeida (cozinheiro) e Silvestre, NN, Madaleno, furriel 
Neto e Aurélio (o Barbeiro)

Cavaleiros do Norte da 2ª. CCAV. 8423, a de
Aldeia Viçosa. Atrás, Manuel Lopes. Ao meio,
Azevedo e Soares. À frente, Almeida, Alves
e Martins. Todos num bom momento 


Os dias de meados de Fevereiro de 1975 continuavam tranquilos pelo nortenho Uíge angolano, por onde jornadeavam os Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423.
Dias calmos por aquelas bandas, apesar das escaramuças que se repetiam entre elementos directivos e armados da FNLA e MOLA - pelo controlo político do território -, mas sangrentos por Luanda, onde morreram pelo menos 20 pessoas e muitas ficaram feridas nos combates entre ao MPLA e a Facção Chipenda - depois de, na madrugada do dia 13, as FAPLA terem cercado a Delegação dos dissidentes.
Aparentemente, não seria para atacar mas para, segundo o Diário de Lisboa, «levar o Governo de Transição a tomar medidas adequadas para neutralizar a Facção Chipenda».
Furriéis milicianos da 1ª. CCAV. 8423 a de
Zalala: José A. Nascimento e Manuel Dinis
Dias (falecido a 20/10/2011, em Lisboa e
 de doença)


Ataque do MPLA
à Facção Chipenda

O Governo de Transição, porém, e em comunicado oficial, fala(va) de «ataque (das FAPLA, do MPLA) às instalações do grupo armado de Chipenda em vários locais da cidade» e que «destas acções resultaram baixas para ambas as partes, cujo número não é ainda possível fixar-se». E resolveu «através de inquérito, estabelecer as responsabilidades e tomar as medidas que se impõem, para a solução deste conflito».
As tropas portuguesas, reportava o Diário de Lisboa, «guardam agora as instalações semi-destruídas da Facção Chipenda e a vida regressou à normalidade».
O mesmo DL relatava nesse 14 de Fevereiro de 1975 que «elementos da Facção Chipenda atacaram um hospital do MPLA e mataram 5 enfermeiros, mas não foi possível ter confirmação oficial deste incidente».
Alzira e Raúl Caixaria
 a 3/02/2021, dia dos seus
primeiros 69... anos!

Raúl Caixaria
em 1074/1975



Os «duplos» 69 anos
do Raúl Caixaria !

O soldado atirador de Cavalaria Raúl Henriques Caixaria faz hoje 69 anos pela segunda vez. É o dia do registo, pois na verdade, nasceu a 3 de Fevereiro de 1952! 
Assim era, muitas vezes e por aquele tempo de 1952, tempo em que muitas famílias, por uma razão ou outra, atrasavam o registo e depois davam outra data de nascimento. Por isso, hoje, que é dia 14 de Fevereiro e dia dos namorados, volta a fazer os 69!
Regressou a Portugal e à sua Sarge natal, em Torres Vedras, a8 de Setembro de 1975, e por lá fez vida, constitui família e feliz vive na (sua) Rua do Brejo, com a sua «mais-que-tudo» Alzira. 
O casal tem os filho Jorge e Nuno,  cada um deles com dois filhos. Aposentado e avô, já reformado, lá continua a viver os prazeres da vida. Parabéns, ao quadrado!!!


sábado, 13 de fevereiro de 2021

5 337 - BCAV. 8423 pretendido, há 46 anos, pela Região Militar de Angola e pela ZMN!

Cavaleiros do Norte da 1ª. CCAV. 8423, da mítica Fazenda de Zalala, mas aqui já
em Vista Alegre, em tempo do Natal de 1974. Da esquerda para a direita, o 1º. cabo
Hélio Cunha, Fernando Coelho (falecido a 7/10/2000), José Almeida (de pé), José
Aires, 1º. cabo Ângelo Lourenço, Carlos Costa (f. a 24/04/2015), António Lago e

furriel João Dias - que hoje festeja 69 anos em Tomar!
 

A ZMN/CSU, agora Tribunal Militar do Uíge, na cidade de
Carmona, a 24/09(2o19, quando por lá passou o furriel Viegas

A quinta-feira de 13 de Fevereiro de 1975, há 46 anos, foi tempo de extinção do Comando do Sector do Uíge (CSU), instalado em Carmona, pelo que o Batalhão de Cavalaria 84233 «passou nessa data à dependência directa da ZMN» - a Zona Militar Norte, também instalada nessa cidade, a capital do Uíge e com este nome adoptado após a independência de Angola.
Os Cavaleiros do Norte continuavam expectantes sobre o seu futuro próximo, com o (seu) BCAV. 8423 «pretendido pela Região Militar de Angola e pela ZMN». Na espera e o mais serenamente que lhes era possível, continuavam aquartelados no Quitexe (a CCS e a 3ª. CCAV., vinda da Fazenda Santa Isabel), em Aldeia Viçosa (2ª. CCAV.) e Vista Alegre, com um Destacamento na Ponte do Dange (a 1ª. CCAV., que tinha rodado de Zalala).
Os movimentos independentistas, agora na sua fase de formação como partidos (na verdadeira acepção), continuavam a sua actividade de politização dos povos, procurando atraí-los para as suas ideias. Agostinho Neto, em Luanda, afirmava o seu MPLA como «vencedor, depois de uma luta heróica de 14 anos». E, por isso, acrescentou, «não vamos consentir que o povo seja de novo oprimido». Disse também que o MPLA estava «a trabalhar no sentido da reintegração dos elementos que compõem a chamada Revolta Activa» - Gentil Viana e os irmãos Joaquim e Mário Pinto de Andrade -, mas, segundo o Diário de Lisboa, «atacou frontalmente e presença no país do Grupo Chipenda», já que, «dispondo de uma força armada pode ser um a fonte de conflitos armados».
O presidente Agostinho Neto falava na sua primeira conferência de imprensa, depois da sua chegada a Luanda, e frisou que «o povo angolano, depois de 14 anos de luta, não vai consentir mais nenhuma opressão».
«Para nós, com o povo no poder é que pode haver democracia. Se assim não for, será como no tempo do colonialismo», sublinhou o futuro Presidente de Angola, acrescentando que «só com o povo no poder é que pode haver democracia».
O 1º. cabo Dorindo e
o furriel João Dias
João Dias
em 2021


Dias, furriel TRMS, 1º. cabo
Dorindo e soldado Canelas
de Zalala festejam 69 anos!

O sábado de hoje, dia 13 de Fevereiro deste pandémico ano de 2021, é dia de anos (69!!!...) de três Cavaleiros do Norte da 1ª. CCAV. 8423, a de Zalala: o furriel miliciano João Dias, o 1º. cabo Dorindo Santos e o soldado Orlando Canelas. 
O dia, há 46 anos, nem «deu» para que reparassem na coincidência, mas não deixarama de o assinalar. Pudera..., eram então os fresquíssimos 23 anos que festejavam!
João Custódio Dias era especialista de Transmissões e, como Dorindo e Canelas,  regressou a Portugal no dia 9 de Setembro de 1975, à sua natal terra de Penas Ruivas, freguesia de Seiça, no concelho de (Vila Nova de) Ourém. 
Os 23 anos passou em Luanda, em serviço, e seu trajecto profissional passou pela inspeção da Polícia Judiciária e, já aposentado, continua a morar em Tomar e habitual e precioso colaborador desta página de saudades do BCAV. 8423. 
O 1º. cabo Dorindo dos Santos era mecânico-auto dos «zalalas» e, concluída a sua jornada africana do Uíge angolano, voltou ao Soalhal, em Ílhavo, onde 
O furriel Dias e o
soldado Canelas
constituiu família e profissionalmente trabalhou nas famosas e presigiadas Porcelanas da Vista Alegre. 
Agora já reformado, continua a viver em Ílhavo, onde há poucos anos foi «achado» pelo furriel miliciano (TRMS) e com ele fotografado (imagem em cima).
O soldado Orlando Canelas Martins, por lá popularizado como o Cabide (vá lá saber-se porquê!), foi atirador de Cavalaria de especialidade militar e integrou o 4º. grupo de combate - o do alferes milicianos José Lains dos Santos.
Ao tempo de 1975, regressou a Olivais Norte, em Lisboa (onde residia), e, profissionalmente trabalhou como operador de máquinas de terraplanagem. Vive agora não muito longe, em Santa Maria de Azóia, no concelho de Loures.
Parabéns para os três: Parabéns, parabéns, parabéns!!!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

5 336 - A cremação do 1º. cabo Victor Vicente, Cavaleiro do Norte de Aldeia Viçosa!

Victor Vicente e Teresa, 
esposa e agora viúva!
O 1º. cabo
V. Vicente
 


O dia 12 de Fevereiro de 2021, hoje, foi tempo da cremação do 1º. cabo Victor Manuel Nunes Vicente, no cemitério do Alto de S. João, em Lisboa.
Apontador de morteiros de especialidade militar, era natural de Xabregas, na capital portuguesa, e morava na Rua Gil Vicente. Sofria de Parkinson, doença recentemente agravada com uma paralisia Locrion progressiva, com paralização gradual dos sistema muscular, como aqui noticiámos a 2 de Janeiro deste ano de 2021. Faleceu, afinal, vítima de COVID 19 e no dia 4 deste mês de Fevereiro de 2021, aos 68 anos.
Nascido a 7 de Novembro de 1952, jornadeou por Aldeia Viçosa e Carmona, tendo regressado a Portugal no dia 10 de Setembro de 1975, fixando-se em Lisboa, onde geriu e trabalhou numa oficina do ramo automóvel.
Teresa é a sua viúva, a quem apresentamos o nosso abraço de solidariedade, extensivo a toda a família. RIP!!!

José Caeiro dos
Frangãos, o Cuba
em foto recente
O 1º. cabo José
Frangãos em
1974/19875
Frangãos, o Cuba da CCS,
festeja 69 anos em... Cuba!

O 1º. cabo José das Dores Caeiro dos Frangãos, o Cuba que foi mecânico-auto da CCS, festeja 69 anos a 12 de Fevereiro de 2021.
Cavaleiro do Norte do BCAV. 8423, no Quitexe e depois em Carmona (no BC12), é natural da alentejana vila de Cuba, por isso Cuba lhe chamavam..., e lá regressou a 8 de Setembro de 1975. E por lá, é o Caeiro dos futebóis e outras artes e culturas.
Atleta e treinador das camadas jovens dos leões de lá, também anda ligado à música e à  organização de eventos (agora «adiados» pela pandemia) e lá continua a viver, feliz da vida. E é para que vai o nosso abraço de parabéns!
Carlos Costa,
TRMS de AV


Costa de Aldeia Viçosa,
faz 69 anos na Amadora !

O soldado Carlos Alberto de Abreu Costa, da 2ª. CCAV. 8423, festeja 69 anos a 12 de Fevereiro de 2021.
Cavaleiro do Norte de Aldeia Viçosa, popularizado como Mouraria e especialista de transmissões na uíjana Angola do Norte, regressou a Portugal no dia 10 de Setembro de 1975, à sua casa residência da Rua do Bem Formoso, na cidade de Lisboa - antiga freguesia do Socorro
A vida, o trabalho  a família levaram a que se fixasse na vizinha cidade da Amadora, na Estrada da Circunvalação, para onde «transmitimos» as nossas felicitações. E co o desejo de muitos mais e bons anos!