CAVALEIROS DO NORTE!! Batalhão de Cavalaria 8423, última guarnição militar portuguesa nas terras uíjanas de Quitexe, Zalala, Aldeia Viçosa, Santa Isabel, Vista Alegre, Ponte do Dange, Songo e Carmona! Em Angola, anos de 1974 e 1975!

terça-feira, 9 de maio de 2023

7 162 - O penúltimo dia da IAO na Mata do Soares! Os furriéis enfermeiros Lopes e Rabiço!

Grupo de furriéis milicianos do BCAV. 8423 à porta da (sua) casa do Quitexe: Cândido Pires
(à civil), António José Cruz, José Pires (TRMS), Armindo Reino, Grenha Lopes, Norberto Morais
e Agostinho Belo. À frente e sentado, António Lopes (enfermeiro)

Furriéis milicianos do BCAV. 8423 na entrada do bar e messe de
 sargentos do Quitexe. Atrás, António Flora, Luís Costa, Francisco
 Bento, Agostinho Belo (de óculos), Viegas e António Fernandes.

À frente, Joaquim Abrantes, Graciano Silva e Ângelo Rabiço

Os Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423 estavam, a 9 de Maio de 1974, em véspera de concluir a Instrução Altamente Operacional (IAO), que desde o dia 3 decorria na Mata do Soares, arredores do Campo Militar de Santa Margarida.
Há 49 anos!Quase, quase meio século!
Era uma quinta-feira e a leitura da imprensa do dia dava conta de mais mortes no ultramar, nomeadamente em Angola, para onde iríamos partir dentro de três semanas. E para cuja missão nos preparávamos.
Mortos em combate, foram os soldados José Francisco Barros Marques, de S. Pedro do Sul, e Manuel Jorge da Silva Heleno, de Vagos e deixando viúva Maria de Fátima de Jesus da Silva. Além deles, também Venâncio Dinis Albano, do recrutamento local e de Malange, casado com Marta Ferraz.
O comunicado do Serviço de Informação Pública das Forças Armadas Portuguesas dava conta, também, da morte em combate e em Moçambique, de um furriel miliciano da Força Aérea, José Carlos Araújo da Silva, de Figueira de Castelo Rodrigo, e do 1º. cabo GEP Alberto Salimo, do recrutamento local e natural da Ilha de Moçambique. Na Guiné, o furriel miliciano Arnaldo do Nascimento Carneiro Carvalho, de Vila Flor, e do soldado Manuel Martins Lopes, de Abrantes.
Enquanto isso, os Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423 ultimavam a sua preparação operacional e preparavam malas para a viagem a Angola. Cada vez mais próxima!

O Enclave de Cabinda

Movimentos contra a
independência de Cabinda!


Um ano depois e com o BCAV. 8423 por terras uíjanas do norte de Angola, discutia-se a possibilidade de o Enclave de Cabinda se tornar independente de Angola, plano que era apoiado por Mobutu Sese Seko, presidente do Zaire.
«Para que continue angolano ou se torne independente, em ambos os casos é preciso organizar um referendo e pedir a opinião dos próprios cabindenses, visto não se poder impor ao território qualquer uma das soluções», disse o presidente Mobutu, falando em Kinshasa.
Os três movimentos de libertação de Angola - o MPLA de Agostinho Neto, a FNLA de Holden Roberto e a UNITA de Jonas Savimbi - eram contra essa independência.
O enclave, de resto e como hoje sabemos, nunca deixou de ser angolano e é hoje a província mais a norte de Angola, limitada pela República do Congo, a norte; pela República Democrática do Congo, antigo Zaire, a leste e sul; e pelo Oceano Atlântico, a oeste.
A capital é a cidade de Cabinda, conhecida nos dialectos locais como Tchowa ou Tchiowa, e o enclave/província tem 7 283 kms2 e, mais ou menos, 718 076 habitantes.
Ângelo Rabiço
António Lopes

Promoções de Lopes e de
Rabiço a furriéis milicianos
enfermeiros!

A promoção a furriéis milicianos de António Lopes e Ângelo Rabiço, ambos Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423, foi publicada na Ordem de Serviço 109, do RC4 e a 9 de Maio de 1974.
Há precisamente 49 anos.
António Maria Verdelho da Silva Lopes é natural de Vendas Novas e lá regressou a 8 de Setembro de 1975. Foi Cavaleiro do Norte da CCS e fez carreira profissional como funcionário público, na Autoridade Tributária e Aduaneira (Finanças). Já aposentado, mora na sua alentejana cidade natal mas divide o seu tempo com a Madeira, onde se fixou a filha e família.
Ângelo Tuna Rabiço é natural de Mascozelo, freguesia de Campeã, transmontano do município de Vila Real, e integrou a 3ª. CCAV. 8423, a da Fazenda de Santa Isabel - depois também jornadeando pela vila do Quitexe e pela cidade de Carmona.
Regressou a Portugal no dia 11 de Setembro de 1975 e, profissionalmente, foi professor primário, agora já aposentado. Mora em Guimarães.

segunda-feira, 8 de maio de 2023

7 161 - O acidente do Pelotão de Sapadores, na picada, e o braço engessado do furriel Farinhas!

Os furriéis milicianos Farinhas, Neto e Viegas
com o inesquecível engraxador Papélino
A. Jorge Pires
1º. cabo sapador



O furriel miliciano Farinhas, comatente do Pelotão de Sapadores da CCS, foi uma das vítimas de um dos primeiros acidentes de viação dos Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423, logo nos primeiros dias da nossa jornada africana do Uíge angolano.
Há 49 anos, jovens e ainda pouco conhecedores dos chãos de Amgola e das suas «armadilhas», mas inexperientes ainda eram os condutores-auto, que nos levama pelas picadas e mata fora - de onde nos podiam espreitar mil inimigos.
Joaquim Augusto Loio Farinhas, é este o seu nome completo, sofreu lesões graves num braço, o direito, que até teve de engessar e cuidadosamente tratar 
Condutores da CCS do BCAV 8423: António
Picote, Manuel Alves e A. Canhoto Pereira
por varias semanas seguidas. O que muito o desmoralizou!...
«Foi tudo muito rápido, íamos a fazer uma escolta a uma fazenda, foi logo as primeiras semanas de Angola, eu e outros íamos numa
Berliet e um Unimog começou a fazer ziguezagues à nossa frente, virou-se, e o Picote despistou-se com a Berliet»
, contou o 1º. cabo Albino Jorge Pires, há ouco tempo recordando esse acidente. 
Também ele ia na coluna militar, num Unimog, o também chamado «burro de mato». As viaturas ziguezaguearam na picada e os condutores perderam o controlo. Ainda eram muito «maçaricos», não conheciam bem os perigos dos troços angolanos. Cada ocupante deu o salto que foi capaz e o furriel Farinhas, que seguia no Unimog da frente, também saltou mas, na queda, partiu um braço. O braço direito, precisamente (ver a imagem), que teve de imobilizar com gesso.
Joaquim Augusto Loio Farinhas era furriel miliciano sapador de espacialidade militar e Cavaleiro do Norte da CCS do BCAV. 8423. Esteva alguns anos emigrado nso Estados Unidos e faleceu a 14 de Julho de 2005, de doença e em Amarante, a sua terra natal. 
Hoje, 18 anos depois, o recordamos com saudade. RIP!!!
O condutor Miguel no encontro
de 2014, com o capitão Luz e
esposa e o furriel Viegas 

Miguel  Cruz Ferreira, 
condutor-auto da CCS,
71 anos em Gondomar!

O condutor Miguel integrou a CCS do BCAV. 8423 e festeja 71anos a 10 de Maio de 2023.
Cavaleiro do Norte do Quitexe, Miguel da Cruz Ferreira integrava o Pelotão do Parque-Auto e é natural e residia em Sande, freguesia de Lomba, no concelho de Gondomar, aonde voltou a 8 de Setembro de 1975, no final da sua (e nossa) comissão militar em Angola - que terminou na cidade de Carmona e no BC12, antes do «estágio de reghresso» no Campo Militar do Grafanil. 
Regressado a vida civil, foi (durante dezenas de anos...) condutor de carros pesados de transportes em toda a sua vida profissional, agora aposentado, foi o organizador do encontro da CCS do ano de 2014. Continua a morar na Lomba (mas agora em Pé de Moura) e para lá vai o nosso abraço de parabéns! 

domingo, 7 de maio de 2023

7 160 - Troca de comandantes no RC4, em 1974! Uma Angola multi-racial, em 1975!

O quartel do BCAV. 8423 era à esquerda, ali se situavam as casernas, oficinas, balneários, cozinha e refeitório. Mais
à frente, na esquina com a avenida, atrás do imbondeiro, ainda se vê o e«esqueleto» do edifício do Comando. Ao
 fundo e em cima, o edifício da administração civil. Foto de 24/09/2019, tirada do adro da Igreja do Quitexe
Campeão Gouveia
comandante do RC4
Coronel Craveiro Lopes,
comandante do RC4



O Regimento de Cavalaria 4 (RC4) foi a unidade mobilizadora do BCAV. 8423 e, a 7 de Maio de 1974, teve mudança de comando: o coronel João Carlos Craveiro Lopes foi  substituído pelo coronel Campeão Gouveia, ambos oficiais de Cavalaria.
Os futuros Cavaleiros do Norte do  BCAV. 8423, a esse tempo de há 49 anos, continuavam em plena Instrução Altamente, de Aperfeiçoamento, Operacional (IAO), pelo que apenas o comandante Carlos José Saraiva de Lima Almeida e Brito, então tenente-coronel, participou na «cerimónia muito simples» que decorreu nessa terça-feira de 1974.
A IAO, recordemos, continuava a decorrer na Mata 
do Soares, nos arredores do Campo Militar de Santa Margarida, numa altura em que, em Angola, era anunciada a fundação do Movimento Popular Unido de Angola (MOPUA), de inspiração social-democrata, enquadrando «numerosas personalidades europeias e africanas, de diversos sectores e actividades» e, acrescentava o Diário de Lisboa, que citamos, «já com núcleos em muitos distritos angolanos».
Um partido criado a partir de iniciativa da Associação de Antigos Estudantes de Sá da Bandeira e que, no Lobito, já tinha organizado um comício com «participação de mais de 2000 pessoas», no qual foi apontado o propósito de «criar uma sociedade multi-racial».
Outra notícia que chegava de Angola era a da alteração da hierarquia do sector de segurança. Assim, quer a PSP quer a OPVDCA passaram à dependência directa do Comando-Chefe das Forças Armadas. OPVDCA era a Organização Provincial de Voluntários da Defesa Civil de Angola.
António Rocha
1º. cabo de AV

Rocha, 1º. cabo enfermeiro
 da 2ª. CCAV., faleceu há 
7 anos !

O 1º. cabo enfermeiro Rocha, Cavaleiro do Norte da 2ª. CCAV. 8423 do BCAV. 8423, a de Aldeia Viçosa, faleceu há 7 anos, no dia 9 de Maio de 2016.

António Gomes da Rocha, de seu nome completo, regressou a Portugal no dia 10 de Setembro de 1975, fixando-se no lugar de Ribeiro, freguesia de Milhundos, município de Penafiel - de iode era natural. Foi por lá que fez toda a sua vida pessoal e profissional e foi sempre participante activo dos encontros anuais dos Cavaleiros do Norte da 2ª. CCAV. 8423 - a do capitão miliciano José Manuel Cruz e que, na sua jrada africana do norte uijano de Angola, emb+em passou pela cidade de Carmona actujal Uíge). 
Vítima de grave doença, a que não conseguiu resistir, faleceu há precisamente 7 anos, estava a caminho dos 65, nascido que foi a 5 de Agosto de 1951. Hoje o recordamos com saudade! RIP!!!

sábado, 6 de maio de 2023

7 159 - A rotação das companhias do BCAV. 8423! A chegada do alferes Fernando Ramos!

O comandante Bundula, da FNLA, e o capitão Cruz, da 
2ª. CCAV. 8423, em Aldeia Viçosa (1975). De costas, 
o alferes João Machado

Alferes F. Ramos

O mês de Maio de há 48 anos, passava-se o de 1975, parecia que iria correr tranquilo.
«O fim tácito de vários anos de guerra em Angola traria como consequência, situações de acalmia em todo o território», admitia-se ao tempo, como se lê no livro «História da Unidade» - o BCAV. 8423. Aparentemente, assim se desejava e assim seria, enquanto os movimentos emancipalistas procuravam, tanto quanto lhes era possível, enraizar nas populações os seus ideários políticos e sociais.
E assim, piamente se acreditava que, tranquilamente, se caminhar-se-ia para a paz e a independência de Angola.
«Daí, com maior ou menos facilidade, conduzir-se-iam as suas acções no decurso do processo de descolonização», previa Almeida e Brito, o comandante dos Cavaleiros do Norte.

As Forças Militares Mistas
e o alferes Fernando Ramos!

Ao tempo, fomentava-se a criação das chamadas Forças Militares Mistas - que deveriam ser (mas não chegaram a ser) o futuro Exército Nacional de Angola - e as posições militares portuguesas seriam ocupadas pelos nacionalistas. Assim aconteceu com Vista Alegre e Ponte do Dange, de onde saiu a 1ª. CCAV. 8423, a de Zalala, do capitão miliciano Castro Dias, a 24 de Abril de 1975. E Aldeia Viçosa, a 26, comandada pelo capitão José Manuel Cruz.
Os «zalalas» rodaram para o Songo, com um destacamento em Cachalonde. Os Cavaleiros do Norte de Aldeia Viçosa para Carmona, instalando-se no BC12 - onde, desde 2 de Março, já estava a CCS. 
Por estes dias e ido de Luanda, apresentou-se na 2ª. CCAV. 8423 e no BC12, o alferes miliciano Fernando Ramos, atirador de infantaria. Rodando pr motivos disciplinares, por lá esteve pouco tempo.
«Como estava por castigo e não familiarizado com o pessoal, aproveitei a primeira oportunidade para voltar de férias para Luanda, onde, aliás tinha, família!», contou-nos há algus anos.
Por Carmona e nos Cavaleiros do Norte deixou rasto... poético, na edição que assinalou o primeiro ano do BCAV. 8423 em Angola, em Junho de 1975.
Achado de férias em Luanda, por lá ficou e regressei a Portugal de avião, a 22 de Outubro de 1975, continuando militar no serviço de Justiça até ao Verão de 1976, num quartel perto de Sete Rios... por aí!.
É advogado em Vila Nova de Foz Coa.
O Lages ao centro e atrás, ladeado pelo 1º.
cabo Almeida e pelo furriel Flora. À frente, 
os furriéis, Costa, Reino e Carvalho 


Lages do bar no Hospital
Militar de Tomar !


O soldado Lages, da CCS dos Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423, deslocou-se ao Hospital Militar de Tomar, a 6 de Maio de 1974.
Há 49 anos e para uma consulta externa.
Carlos Alberto de Aguiar Lajes, é dele que falamos, foi atirador de Cavalaria de especialidade militar e integrou o PELREC da CCS, mas, em Angola, serviu sempre como barista na messe e bar de sargentos do Quitexe. Já se tinha deslocado ao mesmo hospital, também para consulta externa, no dia 3 imediatamente anterior. Em ambos os casos, ao RC4 regressando no mesmo dia.
O Lages mora(va) em Lisboa, ao tempo no Pátio da Bica, da freguesia do Socorro, e estava ligado a uma companhia de teatro. Infelizmente, desconhecemos a sua actual situação, apesar das várias e insistentes diligências feitas nos últimos anos.

João Inácio
Inácio da Aldeia Viçosa
faz 71 anos na Covilhã !


O 1º. cabo João Francisco da Silva Inácio, combatente da 2ª. CCAV. 8423, a do capitão miliciano José Manuel Cruz, festeja 71 anos a 7 de Maio de 2023.
Amanhã, que é domingo!
Atirador de Cavalaria de esacialidade militar dos Cavaleiros do Norte de Aldeia Viçosa e natural de Cortes do Meio, no concelho da Covilhã, lá regressou no final da sua jornada angolana do Uíge, que tambem o fez rodar pela cidade de Carmona
Reressou a 10 de Setembro de 1975 e por lá fez vida familiar e profissional e lá ainda reside, na Rua do Calvário, para lá indo o nosso abraço de parabéns!

sexta-feira, 5 de maio de 2023

7 158 - Mil mortos em Luanda! A segurança de pessoas e bens no Uíge! Morte do furriel Rito!

O furriel miliciano João Rito, da 2ª. CCAV. 8423, a de Aldeia Viçosa e em primeiro plano, que hoje
faria 71 anos mas faleceu a 17 de Maio de 2008. Atrás, o furriel José Nascimento e NN. Quem será?
Alguém nos pode ajudar a identificar este companheiro da nossa jornada angolana de 1074/1975

Alberto Marques, da AV,
que hoje festeja 71 anos!
Carla Gaspar e o furriel
Victor Guedes (de SI)


Os dias do Uíge angolano do norte, os de há 48 anos, iam passando entre fermentos de expectativas e os (possíveis) sonhos relativamente ao nosso cada vez mais desejadíssimo regresso a Portugal e a missão que lá nos levou.
Missão que era cada vez mais perigosa e a que, generosa e bravamente (sem fácil lisonja), nos íamos entregando, permanentemente rodeados de mil perigos e procurando, a todo o custo, manter a paz e a ordem, a segurança de pessoas e bens das terras uíjanas.
A Angola doce e misteriosa que nos enfeitiçava a alma, atravessava período crítico, com recolher obrigatório em Luanda, muito embora, e citamos o Diário de Lisboa desse dia de há 48 anos, a imprensa anunciasse que «a situação encontra-se praticamente normalizada» e também que «na noite anterior e manhã de hoje não se registaram incidentes».
«Centenas de refugiados estão albergados nos liceus e estabelecimentos de ensino superior, onde foram organizados centros de socorro»
, anunciava a imprensa.
Imprensa que lembrava os 500 cadáveres que na véspera tinham entrado nas morgues da cidade. Só que, e de novo citamos o Diário de Lisboa de 5 de Maio de 1975, «o número total de vítimas dos últimos acontecimentos deve elevar-se a cerca de um milhar».
João Rito, furriel mil.
da 1ª. CCAV. 8423

Rito, furriel de Zalala,
faria hoje 71 anos !


O furriel miliciano João Correia Marques Rito, atirador de Cavalaria da 1ª. CCAV. 8423, faria hoje 71 anos. Tragicamente, faleceu a 17 de Maio de 2008.
Cavaleiro do Norte da mítica fazenda Maria João, a de Zalala, o Rito lá se apresentou no mês de Dezembro de 1974, em rendição individual - substituindo o furriel Fernando Mota Viana, que de lá saíra em Outubro de 1974. Rodava do Casage e da 1ª. CCAÇ. 4617, formada em Évora. 
Natural de Freixianda, freguesia de (Vila Nova de) Ourém, o furriel Rito lá voltou a 9 de Setembro de 1975, no final da sua jornada africana do Uíge angolano, e onde, sempre solteiro, trabalhou na área da extracção de resinas. 
Apareceu morto, numa estrada da região e noa dia 17 de Maio de 2008, há quase 15 anos, por razões desconhecidas e nunca esclarecidas. Provavelmente assassinado - questão que as autoridades de investifação e judiciais nunca chegaram a apurar.
Hoje o recordamos, dele fazendo memória, com muita saudade de um bom companheiro da missão que, há 49 anos, nos levou ao norte de Angola! RIP!!!
Alberto Marques
na actualidade


Marques, 1º. cabo cripto
de Aldeia Vilosa, festeja 71
anos em Vila Nova de Gaia !

O 1º. cabo Marques, combatente da 2ª. CCAV. 8423, a de Aldeia Viçosa e do capitão José Manuel Cruz, festeja 71 anos a 5 de Maio de 2023. Hoje mesmo!
Cavaleiro do Norte com a «secretíssima» especialidade militar de operador-cripto, Alberto Jorge de Oliveira Marques, de seu nome completo, também passou pela cidade de Carmona (agora Uíge e capital da província do mesmo nome, no norte da Angola) e regressou a Portugal no dia 10 de Setembro de 1975, no final da sua jornada africana do norte de Angola.
Fixou-se em Mafamude, freguesia do município de Vila Nova de Gaia. Por lá fez (e faz) a vida e lá mora, agora na Urbano de Moura, para onde, e para ele, vai o nosso abraço de parabéns!

Carla Gaspar, em foto recente, ladeada pelas
irmãs São, à esquerda, e Lurdes Morais, três
jovens do Quitexe de 1974/1975

Quitexana Carla Gaspar em 
festa de juvenis 62 anos !

A casa que foi messe de oficiais da CCS do BCAV. 8423, no Quitexe, foi, há 62 anos, o berço de nascimento de Carla Gaspar que, por 1974 e 1975, foi contemporânea dos Cavaleiros do Norte.
Os tempos desses idos anos eram de guerra, não esqueçamos, mas também de alimento e fervura de aceleradas paixões (muitas delas platónicas e nunca confessadas...), semeadas pela nossa jornada africana de Angola. Era quando Carla, com juvenis 14 anos e estudante do Liceu Nacional de Carmona, aos fins de semana voltava ao Quitexe em visita de família e aos encontros de jovens da missão do padre Albino Capela. Onde se juntava com as irmãs Morais (na foto) e outros jovens e adolescentes quitexanas.
A Carla é filha de Amélia e Carlos Gaspar (ambos já falecidos), neta de Ricardo Gaspar (o fundador de Zalala). O pai Carlos era dono de uma fazenda dos arredores do Quitexe e a família regressou a Portugal por altura da independência de Angola.
Carla Gaspar, agora sexYgenária e sempre jovial, trabalha no Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) de Sines e mora na cidade de Santo André. Há uma semana e pela morte do saudoso (padre) Albino Capela, longamente falámos ao telefone, recordando, nostálgicos, os cheiros e os sabores da farta terra uíjana que nos «engravidam» a alma. E, ui!!!, ui!!!... quantas saudades!!!
Parabéns, Carla, pelos frescos e felizes 62 anos de vida que hoje se passam!!

quinta-feira, 4 de maio de 2023

7 157 - Memória de Antonio Albino Capela: um Grande Amigo e um Bom Homem!


Natal de 1974 na escola do Talabanza, ao lado do Quitexe, com, em destaque, o alferes António Albano
Cruz e o Padre Capuchinho António Albino Capela. À esquerda, a Irmã Maria Augusta (f. a 21/06/2006)
 e os alferes José Leonel Hermida (de bigode, falcido a 16/01/20/23)), Pedrosa de Oliveira, Mário Simões, 
António Albano Cruz, Jaime Ribeiro e António Garcia (f. a 02/11/1979)

Arredores do Quitexe, 1974: a médica e professora Margarida
Cruz, a Irmã Maria Augusta e o padre Albino Capela, com
Ricardo ao colo - o filho do casal Margarida e alferes
Cruz (o fotógrafo)

ANTÓNIO A. CRUZ
___________
TESTEMUNHO

A 27 de Abril de 2023, deixou-nos um Grande Amigo e um Bom Homem: o Albino Capela, como era conhecido. Sempre bem disposto e com uma palavra amiga, era um verdadeiro companheiro com quem gostávamos de nos encontrar
Em Angola e no Quitexe, onde nos conhecemos, juntamente com minha mulher e filho Ricardo, passámos momentos inesquecíveis, quer na Missão dos Combonianos, onde nos deu guarida e onde sempre se preocupou para que nunca nos faltasse nada, quer nos passeios pelos lugares mais interessantes daquela imensa região. No Quitexe, o Albino ajudou-nos a conhecer os gostos, os sabores, os costumes e as tradições daquela Angola onde deixou bons amigos. 
Por cá, encontramos-nos diversas vezes e nos principais momentos como batizados, casamentos, aniversários e convívios do nosso Batalhão de Cavalaria 8423 - os Cavaleiros do Norte!
Falava sempre com muita alegria e carinho dos seus filhos e netos e nunca se esquecia de palavras amigas para os nossos filhos e neta.
Por tudo isto, e porque também era muito estimado entre os militares, senti-me na obrigação de vos falar deste grande amigo e companheiro - que desde já nos vai deixar uma grande saudade!
Para o Albino, um até sempre e para sua muito dedicada e querida companheira e mulher e seus filhos e netos, um abraço de muita amizade.
ANTÓNIO ALBANO CRUZ
Alferes miliciano da CCS do CAV. 8423
- PS 1: A Irmã Maria Augusta Vieira Martins, da Congregação da Imaculada Conceição e Santo António, era irmã de sangue de António Albino Capela e com ele estava na Missão do Quitexe. Em Angola continuou depois da independência e, quando estava de férias, faleceu a 21 de Junho de 2006, em Lisboa e de doença.
- PS 2: «A morte de António Albino Capela, que foi missionário da vila do Quitexe!», a 27de Abril de 2023, pode ser vista AQUI

Dulce Pagaimo
O 1º. cabo C. Pagaimo com os furriéis
 Viegas, à esquerda, e Neto, finais de 2019

A viuvez do 1º. cabo Pagaimo,
do Pelotão de Morteiros 4281!

O 1º. cabo Celestino de Jesus Pagaimo, especialista de transmissões do Pelotão de Morteiros 4281, enviuvou a 4 de Maio de 2019,  pelo falecimento de Maria Dulce Pagaimo, a sua esposa e aos 62 anos!
O 1º. cabo Pagaimo foi c
ontemporâneo dos Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423 na vila do Quitexe e regressou a Portugal no Verão de 1975. Fez carreira profissional nas Brigadas de Trânsito da GNR e, já aposentado, vive em Moinho da Mata, no município de Montemor-o-Velho!
Dulce Pagaimo foi professora primária e já em 2011 teve extração de um rim, devido a problemas cancerosos, que em 2016 «passaram» para os pulmões. O estado de saúde agravou-se e passou os últimos anos de vida entre o Instituto Português de Oncologia (IPO), de Coimbra, e os cuidados paliativos.
Hoje, 5 anos depois do seu falecimento, aqui fica o nosso abraço solidário, fraterno e amigo para o Pagaimo. 
RIP!!!


quarta-feira, 3 de maio de 2023

7 156 - O primeiro dia da Instrução Altamente Operacional (IAO) dos Cavaleiros do Norte!

O furriel Viegas e o condutor Nogueira, da Companhia do Liberato, na Estrada do Café e em plena cidade
de Cacuaco, a 24 de Setembro de 2019. A caminho de terras uijanas dos Cavaleiros do Norte do BCAV.
8423:
 Ponte do Dange, Vista Alegre, Aldeia Viçosa e Carmona - a actual cidade do Uíge
Os furriéis milicianos Viegas, Mosteias e Neto, da CCS
do BCAV. 8423 e numa imagem de 3 de Maio de 1975. Há
48 anos! O Mosteias faleceu a 5 de Fevereiro de 2013 e
aqui o recordamos com saudade! 



O dia 3 de Maio de 1974, uma sexta-feira de há 49 anos e na mítica Mata do Soares, nos arredores do Regimento de Cavalaria nº 4 (RC4), em Santa Margarida, foi tempo de começar a Instrução Altamente, ou de Aperfeiçoamento Operacional (IAO) do BCAV 8423.
Já mobilizado para Angola! 
A acção instrutória prolongou-se até ao dia 10 seguinte, também uma sexta-feira, e então «já com a autonomia das diversas companhias».
O objectivo, segundo o livro «História da Unidade», era «pô-las a viver à semelhança, embora ténue, daquilo que iria ser a sua vida no ultramar». 
O PELREC serviu de inimigo (IN) e pela Mata do Soares simularam-se ataques, emboscadas, caminhadas por trilhos, acampamentos, rebentamentos de minas e armadilhas e tudo o que, segundo as práticas de instrução para uma guerra de guerrilha útil era para preparar a intervenção na guerra que Portugal travava em três fontes de combate: na Guiné, em Angola e em Moçambique.
«No campo da mentalização, e em todas as semanas de instrução, além das matérias naturais e normais (...) foi sempre distribuído, a todos os militares, um documento versando exactamente essa mentalização», reporta o livro «História da Unidade».

Jesuíno Fernandes
Pinto nos anos 2000
Jesuíno Pinto
furriel miliciano

em 1974/75

Jesuíno, furriel de Aldeia
Viçosa, faleceu há 6 anos !


O furriel miliciano Jesuíno Fernandes Pinto, da 2ª. CCAV. 8423 dos Cavaleiros do Norte, a de Aldeia Viçosa, faleceu há precisamente anos, no dia 3 de Maio de 2017.
Atirador de Cavalaria de especialidade, nasceu a 29 de Setembro de 1952 e apresentou-se em Aldeia Viçosa em Agosto de 1974, passando a integrar a companhia comandada pelo capitão miliciano José Manuel Cruz - que estava desfalcada. 
Regressou a Portugal no dia 10 de Setembro de 1975, no final da sua jornada africana por terras do Uíge angolano, e fixou-se no seu natal lugar de S. Braz, na freguesia de Parada do Gatim, concelho de Vila Verde.
Por lá viveu sempre e sempre ligado ao movimento associativo desportivo, social e radiofónico. E lá faleceu, de doença e há precisamente 3 anos, Hoje o recordamos com saudade. RIP!!! 

Almeida e Brito e esposa,
D. Maria Isabel, no encontro
da CCS de 1997, em Penafiel

Isabel Almeida e Brito
faleceu há 8 anos !


Maria Isabel Almeida e Brito, viúva do comandante Carlos José Saraiva de Lima Almeida e Brito, faleceu a 3 de Maio de 2015, de doença e em Lisboa.
A querida amazona Dona Isabel participou nos encontros dos Cavaleiros do Norte de 1995 (o primeiro de todos e em Águeda) e de 1996 (no Barracão, em Leiria), ambos a nível de Batalhão, e no de 1997, este da CCS (em Penafiel), neles sempre irradiando enormíssima simpatia e afecto para com todos os combatentes do último comando de guerra colonial do senhor seu marido, o então tenente-coronel Almeida e Brito.
 Que chegou a general e faleceu a 20 de Junho de 2003, de morte súbita e no decorrer de uma viagem turística a Espanha.
A Amazona do Norte maior!
Hoje, ambos recordamos com saudade, aqui deles fazendo memória! RIP!!! RIP!!!

terça-feira, 2 de maio de 2023

7 155 - A Instrução Altamente Operacional (IAO) e o primeiro 1º. de Maio de 1974!

Cavaleiros do Norte da CCS no RC4, a 3/6/2017. À frente, Amaral, Coelho (Buraquinho), Vicente (com o estandarte),
Capitão Luz, alferes Ribeiro, Domingos (de vermelho), Caixarias, Marcos (a espreitar), Aurélio (Barbeiro),
Grácio (meio tapado pelo Lopes), furriel Lopes, 1º. cabo Monteiro, Delfim Serra (de bigode branco), Carlos
Ferreira. Serra, furriel Morais, furriel Viegas, furriel Rocha (de óculos), Abílio, Dias, Gomes, Afonso e Esguei-
ra, Atrás, Caetano (de casaco branco e óculos), furriel Neto, Grácio (de verde e meio tapado), Pereira (cabelo
branco), furriel Monteiro (de castanho), Zambujo (de óculos e cabelo branco), Simões, Albertino (de
bigode), furriel Cândido Pires, 1º. cabo Teixeira e Nogueira (do Liberato)

O RC4 em imagem aérea recente
O Vicente, o Marcos, o Viegas e o
Neto na porta d´armas do RC4
(em 2017)


O IAO - Instrução Altamente Operacional, ou Instrução de Aperfeiçoamento Operacional - do BCAV. 8423 foi decidido a 2 de Maio de 1974.
Decidido pelo responsáveis da Unidade que se iria realizar na mítica Mata do Soares e a partir do Destacamento do RC4, no Campo Militar de Santa Margarida.
Há 49 anos! Quase, quase... meio século!
A véspera tinha sido tempo do primeiro 1º. de Maio pós-revolução de 25 de Abril, mas os futuros Cavaleiros do Norte a isso estavam totalmente alheios, em termos de participação, mas não indiferentes. 
«O 1º. de Maio da libertação! Festa da fraternidade do povo português» era como o Diário de Lisboa titulava, na sua primeira página, e sublinhando «a onda de alegria que ontem varreu o país inteiro».
«Só pode ter paralelo nas manifestações que assinalaram, no fim da guerra, a libertação dos povos ocupados pelo domínio nazi-fascista», concluía o jornal vespertino da capital portuguesa.
Furriel Velez
em Angola

Victor Velez

Velez, furriel de Zalala,
mobilizado há 49 anos!

O furriel miliciano Victor Manuel da Conceição Gregório Velez foi mobilizado para Angola e para o BCAV. 8423 a 2 de Maio de 1974. 
Há precisamente 49 anos!
Atirador de Cavalaria de especialidade militar e combatente da 1ª. CCAV. 8423, a da Fazenda Maria João, a da mítica Zalala - e depois de Vista Alegre/Ponte do Dange, Songo e Carmona -  estava, ao tempo em serviço militar na Escola Prática de Cavalaria (EPC), em Santarém, onde tirou a especialidade, e foi então «nomeado para servir no ultramar».
O Velez viria a integrar o 3º. Grupo de Combate de Zalala, comandado pelo alferes miliciano Pedro Rosa - com os também milicianos furriéis João Aldeagas e Manuel Pinto. Aposentado, reside em Lisboa. 


Cardoso de Santa Isabel, 
1º. cabo, 71 anos na Moita !

O 1º. cabo António Manuel da Costa Cardoso, da 3ª. CCAV. 8423, festeja 71 anos a 2 de Maio de 2023.
Atirador de Cavalaria de especialidade militar, foi Cavaleiro do Norte da Fazenda Santa Isabel e também no Quitexe e na cidade de Carmona (no BC12).
Regressou a Portugal no dia 11 de Setembro de 1975 e fixou-se no Carvalhinho, freguesia da Moita do Ribatejo, concelho da Moita. Sabemos que esteve emigrado na Venezuela e que mora agora na Moita. Para lá e para ele vai o nosso abraço de parabéns! 

segunda-feira, 1 de maio de 2023

7 154: Acalmia expectável em Angola, em 1975, 4 Cavaleiros do Norte a festejar 23 anos!

Cavaleiros do Norte do PELREC da CCS do BCAV. 8423 em momento de uíjana confraternização no Quitexe.
O alferes miliciano António Manuel Garcia, oficial de Operações Especiais (os Rangers) e que hoje faria 71
anos, está em primeiro plano, ao centro. Faleceu, vítima de acidente de viação, a 2 de Novembro de 1979
O alferes António Garcia, comandante do 
PELREC, na porta d´armas do BC12



Há 48 anos, o mês de Maio de 1975 começou, pelas terras de Angola, com a expectativa de, de acordo com o livro «História da Unidade», «situações de acalmia em todo o território».
O dia 1 foi tempo, pelo chão uíjano onde jornadeavam os Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423, o de pelos menos 4 Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423, todos milicianos, festejarem 23 anos : o alferes António Garcia, o furriel António Cruz, o 1º. cabo Joaquim Gonçalves e o soldado Francisco Carlos. Todos nascidos nesse dia de 1952!
Quem foram quem?
1 - GARCIA: António Manuel Garcia.
Alferes miliciano de Operações Especiais (Rangers) e comandante do Pelotão de Reconhecimento, Serviço e Informações (PELREC) da CCS, no Quitexe e depois de Carmona.
Natural de Pombal de Ansiães, em Carrazeda de Ansiães, lá voltou a 8 de Setembro de 1975, no final da sua (e nossa) jornada africana do Uíge angolano. Era agente da Polícia Judiciária (PJ), no Porto, quando, a 2 de Novembro de 1979, faleceu na sequência de um acidente de viação, entre Viseu e Mangualde.
Hoje festejaria 71 anos e hoje dele fazemos memória e o recordamos com saudade. Foi um grande companheiro da jornada africana do nortenho Uíge angolano. RIP!!!

António O. Cruz,
furriel miliciano
2 - CRUZ: António Oliveira Cruz.
Furriel miliciano atirador de Cavalaria da 2ª. CCAV. 8423, a de Aldeia Viçosa.
Natural de Figueiró, da freguesia de Mosteiro, no município de Vieira do Minho, lá voltou a 10 de Setembro de 1975, no final da sua jornada africama do norte de Angola e lá foi empresário do sector das madeiras e professor. 
O seu nascimento tem uma curiosidade particular: veio ao  mundo a 1 de Maio, é verdade, mas foi registado apenas no dia 4 desse mês de 1952. Festeja 71 anos neste 1 de Maio de 2023. E repeti-los-á a 4. O que não deixa de ter a sua graça! 

Francisco Carlos,
soldado sapador
3 - CARLOS: Francisco Simões Carlos.
Soldado sapador de especialidade militar e membro do pelotão comandado pelo alferes miliciano Jaime Rodrigues Picão Ribeiro, pelotão da CCS e no Quitexe.
Regressou a Portugal no dia 8 de Setembro de 1975, à sua natal terra do Botulho, em Tondela, onde vive e onde é empresário do sector das limpezas. Comemora 71 anos e é participante habitual dos encontros anuais dos Cavaleiros do Norte da CCS.

4 - GONÇALVES: Joaquim Teixeira Gonçalves, 1º. cabo.
Atirador de Cavalaria de especialidade militar da 1ª. CCAV. 8423, a de Zalala e depois de Viçosa Alegre/Ponte do Dange, Songo e Carmona.
Regressou a Portugal no dia 9 de Setembro de 1975, ao lugar de Lordelo, freguesia de Veade, no município de Celorico de Basto. Está emigrado em França e será lá que festeja(rá) os seus 71 anos de vida!
Parabéns para todos os 4 aniversariantes, antigos combatentes dos Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423!