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| O aquartelamento da Fazenda do Liberato (anos 70 do Século XX) |
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| O capitão Victor Correia (e a esposa, à esquerda) e o furriel José Oliveira, da CCAÇ. 209/RI 21, do Liberato |
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| O capitão Raúl Corte Real |
O Comandante Almeida e Brito, do BCAV. 8423, visitou a CCAÇ. 4145, a de Vista Alegre, e a CCAÇ. 209, a do Liberato, no dia 11 de Junho de 1974.
Há 52 anos.
O objectivo era «estabelecer contactos operacionais» e, na oportunidade, também foi visitado o Destacamento, na Ponte do Dange.
A CCAÇ. 4145 era comandada pelo capitão Raúl Corte Real. «Estive pouco tempo com o BCAV. 8423, até porque no último período, a nossa Companhia integrou uma grande operação no Quanza Zona Norte - a Operação Turbilhão - e eu fiquei a comandar uma Zona de Intervenção, a única do Uíge», recordou este oficial das terras nortenhas de Angola.
O objectivo era «estabelecer contactos operacionais» e, na oportunidade, também foi visitado o Destacamento, na Ponte do Dange.
A CCAÇ. 4145 era comandada pelo capitão Raúl Corte Real. «Estive pouco tempo com o BCAV. 8423, até porque no último período, a nossa Companhia integrou uma grande operação no Quanza Zona Norte - a Operação Turbilhão - e eu fiquei a comandar uma Zona de Intervenção, a única do Uíge», recordou este oficial das terras nortenhas de Angola.
A CCAÇ. 4145 foi substituída pela 1ª. CCAV. 8423, a de Zalala e do capitão Castro Dias, a 21 de Novembro de 1974, rodando para Luanda - onde, disse o capitão Corte Real, «ficámos a aguardar o
regresso a Lisboa».
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| Furriel Viegas da CCS e o condutor Nogueira (do Liberato) em 2019 e em Angola |
de Angola !
O comandante Carlos Almeida e Brito, no mesmo dia 11 de Junho de 1974, também visitou outra subunidade do BCAV. 8423, a CCAÇ. 209/RI 21, que estava aquartelada na Fazenda Liberato.
O comandante era o capitão Victor Correia (casado com uma senhora holandesa, que com ele morava na fazenda) e o furriel miliciano vagomestre (em rendição individual) era José Oliveira, que, em Águeda (onde reside) tinha sido companheiro de escola técnica do autor deste blogue.
A CCAÇ. 209/RI 21 era principalmente formada por militares angolanos (naturais ou residente, africanos ou continentais), com alguns quadros europeus. Um dos condutores era José Luís Nogueira da Costa, natural de Tomar mas que foi ainda criança para Angola.
Com ele andámos por terras de Angola entre 22 de Setembro e 10 de Outubro de 2019. De Luanda a Ponte do Dange, Vista Alegre, Aldeia Viçosa, Quitexe e Carmona. Também pelo sul angolano: de Nova Lisboa (Huambo) a Benguela e Lobito, entre outras terras mais.
A CCAÇ. 209/RI 21 era principalmente formada por militares angolanos (naturais ou residente, africanos ou continentais), com alguns quadros europeus. Um dos condutores era José Luís Nogueira da Costa, natural de Tomar mas que foi ainda criança para Angola.
Com ele andámos por terras de Angola entre 22 de Setembro e 10 de Outubro de 2019. De Luanda a Ponte do Dange, Vista Alegre, Aldeia Viçosa, Quitexe e Carmona. Também pelo sul angolano: de Nova Lisboa (Huambo) a Benguela e Lobito, entre outras terras mais.


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