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Notícia do «Diário de Lisboa» de 9 de Junho de 1975 |
A 2ª. CCAV. 8423 foi comandada pelo capitão miliciano José Manuel Cruz e, há 51 anos, estava a preparar-se o para a viagem do Campo Militar do Grafanil, nos arredores de Luanda, para o seu destino uíjano: a vila de Aldeia Viçosa.
Para lá partiria e lá chegaria no dia seguinte - o dia 10 de Junho de 1974.
Um ano depois, e depois dos graves conflitos dos primeiros dias de Junho, serenava a situação militar em Carmona e no Uíge.
A guarnição dos Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423 aquartelada na cidade tinha sido reforçada pela 1ª. CCAV. 8423, que rodava do Songo desde o dia 6 (até 12), e a do Negage também aumentada com «a desactivação de Sanza Pombo» - cuja tropa para lá rodou.
Luanda também acalmava, «deixando de ser tão frequente o tiroteio e o rebentamento de granadas e morteiros, pelo menos na zona próxima da cidade».
A acalmia era atribuída às «medidas de recolher obrigatório e uma maior vigilância das Forças Militares Mistas». Mas o balanço dos incidentes, «com a aproximação dos conflitos à zona do asfalto», incluía «um rebentamento junto à Messe da Força Aérea, na Avenida dos Combatentes, e tiroteios dentro da cidade».
A UNITA também estava envolvida nos incidentes e o «Diário de Lisboa» referia que tal acontecia «em consequência dos ataques que lhe foram dirigidos por parte das FAPLA» - o exército do MPLA.
As Forças Armadas Portuguesas, por seu lado e ainda segundo o diário vespertino de Lisboa, «foram obrigadas a reagir directamente contra delegações do MPLA e da FNLA, havendo a assinalar, segundo determinadas fontes, a destruição de três delegações da FNLA e de uma do MPLA». E porquê? Porque se registaram «ataques, a partir destas instalações, contra soldados portugueses».
Não era assim tão calma, afinal, a situação na capital de Angola.
Luanda também acalmava, «deixando de ser tão frequente o tiroteio e o rebentamento de granadas e morteiros, pelo menos na zona próxima da cidade».
A acalmia era atribuída às «medidas de recolher obrigatório e uma maior vigilância das Forças Militares Mistas». Mas o balanço dos incidentes, «com a aproximação dos conflitos à zona do asfalto», incluía «um rebentamento junto à Messe da Força Aérea, na Avenida dos Combatentes, e tiroteios dentro da cidade».
A UNITA também estava envolvida nos incidentes e o «Diário de Lisboa» referia que tal acontecia «em consequência dos ataques que lhe foram dirigidos por parte das FAPLA» - o exército do MPLA.
As Forças Armadas Portuguesas, por seu lado e ainda segundo o diário vespertino de Lisboa, «foram obrigadas a reagir directamente contra delegações do MPLA e da FNLA, havendo a assinalar, segundo determinadas fontes, a destruição de três delegações da FNLA e de uma do MPLA». E porquê? Porque se registaram «ataques, a partir destas instalações, contra soldados portugueses».
Não era assim tão calma, afinal, a situação na capital de Angola.
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