O dia de 17 de Dezembro de 1974, já lá vão 48 anos, foi tempo de calmaria, lá pelas bandas do Uíge angolano do norte - por onde jornadeavam os Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423.
Os movimentos emancipalistas, por essa altura e pelo que recordamos na leitura do livro «História da Unidade», procuravam «ir estendendo a sua acção ao interior de Angola». Por outras palavras: ganhar território futuramente eleitoral.
Abriram as suas delegações na cidade de Carmona (capital da província do Uíge e este nome adoptando após a independência) e, com o decorrer do mês natalício de há 48 anos, «apareceram secretarias desses movimentos em Quitexe e Vista Alegre».
Abriram as suas delegações na cidade de Carmona (capital da província do Uíge e este nome adoptando após a independência) e, com o decorrer do mês natalício de há 48 anos, «apareceram secretarias desses movimentos em Quitexe e Vista Alegre».
Quitexe e Vosta Alegre que eram terras da zona de acção dos Cavaleiros do Norte do BCAV. 8423. E, de verdade se diga, os primeiros contactos foram muit cordiais e de (mútua) confiança.
Almeida e Brito |
como oficial de operações
O comandante do BCAV. 8423 era o tenente-coronel Almeida e Brito, que, na chegada dos Cavaleiros do Norte, já não era «maçarico» nos chãos do Quitexe.
Carlos José Saraiva de Lima Almeida e Brito era oficial de Cavalaria de carreira e então como major, já por lá jornadeara em 1968, como responsável pelo sector de operações do BCAV. 1917, em regime de substituição.
A comissão desse tempo, e no Quitexe, começou a 24 de Janeiro e terminou a 17 de Dezembro desse mesmo ano de 1968. Há 54 anos, vcejam lá como o tempo passa!
Carlos José Saraiva de Lima Almeida e Brito era oficial de Cavalaria de carreira e então como major, já por lá jornadeara em 1968, como responsável pelo sector de operações do BCAV. 1917, em regime de substituição.
A comissão desse tempo, e no Quitexe, começou a 24 de Janeiro e terminou a 17 de Dezembro desse mesmo ano de 1968. Há 54 anos, vcejam lá como o tempo passa!
Almeida e Brito atingiu a patente de general e faleceu, de morte súbita e durante um passeio a Espanha e a 20 de Junho de 2003, aos 76 anos.
Hoje o recordamos com saudade! RIP!!!
MPLA e FNLA
trocam acusações
Ao tempo, o MPLA festejara os 18 anos no Pavilhão dos Desportos, em Lisboa, e, após isso, o seu dirigente Paulo Jorge foi recebido pelo PS.
A foto, ao lado, que «pescámos» do Diário de Lisboa, mostra, da esquerda para a direita, Jorge Campinos (socialista), Carlos Veiga Pereira, Ilídio Machado e Mário Jorge (do MPLA), Tito de Morais, Manuel Alegre e Marcelo Curto (do PS).
Complicadas pareciam, ir as relações da FNLA com o MPLA. Em Paris, Pakou Zola (do movimento de Holden Roberto), acusava que Agostinho Neto «fez todos os possíveis por criar dificuldades de última hora», à realização da cimeira entre os três movimentos». FNLA e UNITA, segundo disse, «já tinha chegado a acordo», faltando agora «a unificação do MPLA».
China e Roménia davam «apoio sincero e desinteressado» à FNLA e o seu dirigente manifestava preocupações por «a União Soviética apoiar uma das facções do MPLA».
Complicadas pareciam, ir as relações da FNLA com o MPLA. Em Paris, Pakou Zola (do movimento de Holden Roberto), acusava que Agostinho Neto «fez todos os possíveis por criar dificuldades de última hora», à realização da cimeira entre os três movimentos». FNLA e UNITA, segundo disse, «já tinha chegado a acordo», faltando agora «a unificação do MPLA».
China e Roménia davam «apoio sincero e desinteressado» à FNLA e o seu dirigente manifestava preocupações por «a União Soviética apoiar uma das facções do MPLA».
«Estamos muito preocupados com a política da União Soviética em relação a Angola, a qual poderá conduzir a um guerra fratricida», disse Pakou Zola, em Paris ouvido pela Reuters.
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